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	<title>Orbium Coelestium</title>
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	<description>A Suprema Consciência auxiliando nosso orbe.</description>
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		<title>Orbium Coelestium</title>
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		<title>Reflexão do Dia</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 13:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Nunca ore suplicando cargas mais leves, e sim ombros mais fortes&#8221;

Provérbio Sufi

Posted in Filosofia, Provérbios, Sufismo       <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=512&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><h1>&#8220;Nunca ore suplicando cargas mais leves, e sim ombros mais fortes&#8221;</h1>
<div style="text-align:right;">
<h1>Provérbio Sufi</h1>
</div>
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		<item>
		<title>A Morte</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 02:32:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Misticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sufismo]]></category>
		<category><![CDATA[Islã]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>

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		<description><![CDATA[

Quando Hazreti Muhammad (saws) estava perto de deixar este mundo, ele anunciou sua partida para seus companheiros, e acrescentou que ele deixava atrás de si dois grandes professores para continuar sua obra: um professor falante e um silencioso professor: O Sagrado Alcorão e a morte. 
Hz. Omar (as) pagou um empregado cuja única função era [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=509&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-510" title="dan_a_sufi_2" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/09/dan_a_sufi_22.jpg?w=275&#038;h=320" alt="dan_a_sufi_2" width="275" height="320" /></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quando Hazreti Muhammad (saws) estava perto de deixar este mundo, ele anunciou sua partida para seus companheiros, e acrescentou que ele deixava atrás de si dois grandes professores para continuar sua obra: um professor falante e um silencioso professor: O Sagrado Alcorão e a morte. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Hz. Omar (as) pagou um empregado cuja única função era vir a ele várias vezes ao dia e lembrá-lo da morte, apontando- o e dizendo: &#8220;Oh, Omar, você está se aproximando da morte&#8221;. Um dia, o sultão dos crentes disse a este homem que não precisava mais de seus serviços, e apontou para um simples cabelo branco em sua barba, que dali em diante lhe serviria como um lembrete da morte. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Alguém veio a Abu Darda, um dos mais amados dos companheiros do Profeta (saws), pedindo um conselho. Ele disse: &#8220;Oh, Abu Darda, me ajude. Tenho uma terrível doença  &#8211; a doença do amor por este mundo. Meu coração está escuro. Não vejo um sinal da luz de minhas orações e devoções. Não tenho alegria&#8221;. Abu Darda respondeu. &#8220;De fato, esta doença é a maior de todas as doenças, e, se não for curada a tempo, pode causar a morte da tua fé. Eu te darei três remédios. Tome-os todos. Visite os doentes. Vá a funerais. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Caminhe nos cemitérios. Se você fizer todas estas coisas freqüentemente, tua doença o deixará. Teu amor e apego a este mundo desaparecerá; teu coração será iluminado outra vez, e teu olho interior se abrirá&#8221;. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Aquela pessoa seguiu o conselho do santo, mas sua doença não o deixou. Ele veio queixar-se a Abu Darda. O santo lhe disse: &#8220;Se você visitou os doentes como alguns médicos e enfermeiros fazem, acreditando que eles podem curá-los, e fazendo isso como uma parte de sua profissão e sustento, e se você vai a funerais como alguns religiosos fazem, julgando pelas flores e a multidão dos parentes, pensando no pagamento que eles receberão por seus serviços, e se você caminha nos cemitérios lendo as lápides glorificando as virtudes mundanas do morto, você não terá feito nenhuma das coisas que eu lhe disse para fazer.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quando visitar os doentes, veja-se a si mesmo em seu lugar  sofrendo, incapaz de comer e beber, próximo da morte, porque é isso que acontecerá com você mais cedo ou mais tarde. Aquilo é tudo o que existe em volta, tudo  pelo que se luta. Converse com seus nafs, seu ego, e mostre-lhe que aquela criatura está agonizando sem ajuda e diga-lhe para prestar atenção, porque breve estará partindo, a caminho do seu fim, para deixar o amor do mundo.&#8221; </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Quando você for a funerais, imagine que está deitado naquele caixão, envolvido numa peça de roupa, nu como no dia em que nasceu. Todos seus bens, todo seu dinheiro, toda nossa fama, seu lar, sua esposa, seus filhos, tudo aquilo que você amou foi deixado para trás. Diga a seus nafs que aquele fascinante caixão é um veículo que brevemente será erguido, que todo mundo tem e todo mundo terá. Todos aqueles bens que você acumulou com tanta dor e esforço, toda a reputação, o resultado de tanta coisa pretendida, será desperdiçado. Mostre aquilo a nossos nafs. Mostre-lhes como todos aqueles que pensaram amar o morto estão virando suas faces para longe dele, embora ele tenha deixado tudo para eles. Ele não pode trazer- lhes um copo de água ou um bocado de alimento. Ninguém sabe o que acontecerá a ele, nem mesmo ele.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Pergunte a seus nafs se está pronto. &#8220;Quando você for ao cemitério, olhe debaixo da terra sobre a qual você está pisando. Peles macias apodrecendo, simpáticas cabeças caindo de seus corpos, olhos formosos cheios de terra; aquelas línguas cantando como rouxinóis tanto pela glória do mundo ou pela glória do Criador, tendo se tornado comida para insetos. Todos seus atos errados tendo se tornado em feios monstros batendo neles. Quando você caminhar, pense nas cabeças daqueles reis que você está pisando, naquelas testas que eram usadas para coroas, e nos encantadores lábios nos quais os homens teriam dado suas vidas para tocar com seus lábios. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Oh, ego, quando você irá acreditar, quando você terá o bastante das ilusões do mundo? Não vê o que acontecerá a você? Você também, muito breve &#8211; como &#8220;todo futuro é muito próximo&#8221; &#8211; será exatamente como aqueles. Você será deixado num buraco negro, que poderia ser um túmulo do inferno, face a face com os horríveis monstros de seus atos. Tire o mundo de dentro de seu coração. Seja puro em suas ações. Oh, nafs, antes que caiamos dentro daquele túmulo escuro, antes que as serpentes e os insetos venham alimentar-se de nós, vamos juntos nos preparar&#8221;. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Aquela pessoa seguiu a receita de Abu Darda. Seu coração recebeu luz, seu olho interno se abriu, e ele,  com gratidão, lembrou-se de seu professor, o médico do  coração que reviveu seu coração morto. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Meus companheiros viajantes no caminho da verdade, lembrem-se da morte freqüentemente. Ela poderá ajudá-los a manter-se distantes deste mundo e do amor por este mundo, ela poderá ajudá-los a servir como um médico do próprio coração, para a cura dos males deste mundo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Extraído do link Sufismo e Islã</span></p>
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		<title>Você é um Buda</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 02:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Chinesa]]></category>
		<category><![CDATA[Zen]]></category>

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		<description><![CDATA[

Era uma vez dois irmãos que juntos praticavam o Ch&#8217;an.
O mais velho observava os preceitos muito estritamente, ao passo que o mais novo era preguiçoso e gostava de beber. Um dia, o irmão mais novo bebia em seu quarto quando o mais velho casualmente passou por ali.
O caçula chamou: Irmão, venha tomar um trago comigo!&#8221;
O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=503&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-504" title="1242099376382_f" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/09/1242099376382_f.jpg?w=497&#038;h=372" alt="1242099376382_f" width="497" height="372" /></p>
<p style="text-align:justify;">Era uma vez dois irmãos que juntos praticavam o Ch&#8217;an.</p>
<p style="text-align:justify;">O mais velho observava os preceitos muito estritamente, ao passo que o mais novo era preguiçoso e gostava de beber. Um dia, o irmão mais novo bebia em seu quarto quando o mais velho casualmente passou por ali.</p>
<p style="text-align:justify;">O caçula chamou: Irmão, venha tomar um trago comigo!&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O mais velho respondeu com desdém: &#8220;Você não tem vergonha, mesmo. Quando é que vai deixar disso?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O mais novo retorquiu: &#8220;Nem beber você sabe, irmão. Você não é homem&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Enraivecido, o mais velho contrapôs: Então, me diga, se não sou homem, o que é que sou?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O mais novo respondeu: &#8220;Você é um Buda&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">
Posted in Budismo  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/akhen777.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/akhen777.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/akhen777.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/akhen777.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/akhen777.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/akhen777.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/akhen777.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/akhen777.wordpress.com/503/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/akhen777.wordpress.com/503/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/akhen777.wordpress.com/503/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=503&subd=akhen777&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>A Carta do Cacique Seattle, em 1855</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 10:41:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Pele Vermelha]]></category>

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		<description><![CDATA[
Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já 147 anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:

&#8220;O grande [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=497&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p align="center"><span style="color:#3366ff;"><img style="border:1px solid #556677;margin:0 0 5px;padding:4px;" src="http://www.culturabrasil.pro.br/imagens/touro_sentado.jpg" border="0" alt="Chefe Sioux Touro Sentado - Clique sobre a imagem para vê-la ampliada" /></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;font-size:20px;"><em><span style="color:#3366ff;">Em 1855, o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou esta carta ao presidente dos Estados Unidos (Francis Pierce), depois de o Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz já 147 anos. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. A carta:</span></em></span><span style="font-family:arial;font-size:20px;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></span><span style="font-family:arial;font-size:14px;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span></span><span style="font-family:arial;"><span style="color:#3366ff;">&#8220;O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.<br />
Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.<br />
Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.<br />
Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d&#8217;água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro.<br />
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.<br />
Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.<br />
De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.<br />
Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.&#8221;</span></span></p>
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			<media:title type="html">Chefe Sioux Touro Sentado - Clique sobre a imagem para vê-la ampliada</media:title>
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		<title>Prece da Raça Vermelha ( indigena )</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 01:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Pele Vermelha]]></category>
		<category><![CDATA[Prece]]></category>

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		<description><![CDATA[
  
 Um homem sussurou: Deus fale comigo.
E um rouxinol  começou a cantar, mas o homem não ouviu.
 Então o homem repetiu: Deus fale  comigo!
E um trovão ecou nos céus, mas o homem foi incapaz de ouvir.
 
O  Homem olhou em volta e disse: Deus deixe-me vê-lo
E uma estrela brilhou  [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=484&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#ffffff;"><span style="font-size:medium;"><strong><em><span style="color:#3366ff;"><img class="aligncenter size-full wp-image-488" title="Onenative" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/09/onenative.jpg?w=400&#038;h=300" alt="Onenative" width="400" height="300" /><br />
</span><span style="color:#3366ff;"> </span></em></strong></span></span><span style="color:#00b050;font-size:small;"><strong><span style="color:#3366ff;"><em> </em></span></strong></span><span style="color:#ffffff;"><span style="color:#3366ff;"><br />
</span><span style="color:#3366ff;"> </span></span><span style="color:#00b050;font-size:small;"><strong><em><span style="color:#3366ff;">Um homem sussurou: Deus fale comigo.<br />
E um rouxinol  começou a cantar, mas o homem não ouviu.</span></em></strong></span></p>
<p><strong><em><span style="color:#3366ff;"> </span><span style="color:#3366ff;">Então o homem repetiu: Deus fale  comigo!</span><span style="color:#3366ff;"><br />
E um trovão ecou nos céus, mas o homem foi incapaz de ouvir.</span></em></strong></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><span style="color:#3366ff;">O  Homem olhou em volta e disse: Deus deixe-me vê-lo</span></p>
<p><span style="color:#3366ff;">E uma estrela brilhou  no céu, mas o homem não a notou.</span></p>
<p><span style="color:#3366ff;">O homem começou a gritar: Deus mostre-me  um milagre<br />
E uma criança nasceu, mas o homem não sentiu o pulsar da  vida.</span></p>
<p><strong><em><span style="color:#3366ff;">Então o homem começou a chorar e a se desesperar:<br />
Deus toque-me  e deixe-me sentir que você está aqui comigo&#8230;<br />
E uma borboleta pousou  suavemente em seu ombro<br />
O homem espantou a borboleta com a mão e  desiludido<br />
Continou o seu caminho triste, sozinho e com medo.&#8221; </span></em></strong></p>
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			<media:title type="html">Onenative</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Viagem dos Iniciados</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 00:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Misticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Borges]]></category>
		<category><![CDATA[Psicografia]]></category>
		<category><![CDATA[Rama]]></category>

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		<description><![CDATA[

Usando agora os sentidos da alma, é bom vocês saberem que, enquanto o sol brilha lá fora, vocês brilham de amor aqui dentro.
É bom saber que vocês estão dando as mãos, estão se abraçando como ontem, e é melhor ainda saber que vocês poderão fazer isso hoje, amanhã, depois e depois&#8230;
Como disse o próprio Cristo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=482&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-501" title="espíritos" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/09/espiritos7.jpg?w=320&#038;h=316" alt="espíritos" width="320" height="316" /></p>
<p style="text-align:justify;">Usando agora os sentidos da alma, é bom vocês saberem que, enquanto o sol brilha lá fora, vocês brilham de amor aqui dentro.</p>
<p style="text-align:justify;">É bom saber que vocês estão dando as mãos, estão se abraçando como ontem, e é melhor ainda saber que vocês poderão fazer isso hoje, amanhã, depois e depois&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Como disse o próprio Cristo, &#8220;Onde houver dois ou mais em meu nome, aí Eu estarei&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Quantos nós somos agora, em vários planos?</p>
<p style="text-align:justify;">Vocês, nós, outros acima de nós, outros acima desses outros, e indo, indo, até chegar no Criador, acima de todos.</p>
<p style="text-align:justify;">Olhando vocês com os olhos da alma, com os olhos internos, faz-me lembrar de um tempo antigo, e os meus olhos, então, se perdem na imensidão de imagens que estão perdidas há milhares de anos e que se descortinam na minha frente agora: as imagens de um passado distante, fulgurante de espiritualidade, onde em várias encarnações grupos de espíritos estudavam as mesmas coisas que vocês estão estudando atualmente.</p>
<p style="text-align:justify;">Os meus olhos vão para longe e observam a velha Índia. Observam o movimento do rio Ganges, onde milhões de criaturas, através dos séculos, se banham nas suas águas sagradas, águas energizadas por milhares de anos de fé pura, onde, por trás da multiplicidade das formas da Divindade da cultura hindu, a figura de Deus é revestida através de mitos e lendas para melhor compreensão e entendimento.</p>
<p style="text-align:justify;">E nós observamos o florescer do Yoga (1) há cinco mil anos.</p>
<p style="text-align:justify;">Yoga é a união, é respirar o ar, é puxar o prana (2) do ar. É o ar saturado de prana cósmico que vem de uma Fonte Maior. Quando nós o respiramos, na verdade, estamos respirando a Vida, a Vida que o Criador deixou para nós, a Vida que nos interpenetra e que nós absorvemos na respiração. Absorvemos com o pensamento, absorvemos com o sentimento, com a aura e com os chacras.</p>
<p style="text-align:justify;">Essa energia só pode se manifestar corretamente através de auras e de chacras corretamente desenvolvidos, porém o desenvolvimento não é só através da vontade, da disciplina, do esquema, ou do método. É principalmente baseado em amor puro, em sentimento fraterno, é olhar cada chacra com sentimento, e olhar cada aberturinha da sua aura como um pequeno canal que liga o Ser ao mundo exterior, por onde você respira a Divindade, através da energia e através do ar.</p>
<p style="text-align:justify;">E eu olho para trás e vejo os milhares de yogues através de séculos fecundando o solo da Índia de espiritualidade, germinando sementes para o futuro, futuro que é agora. Vemos, então, a plantação das sementes que viriam a gerar as árvores da sabedoria milenar entre os hindus.</p>
<p style="text-align:justify;">Os meus olhos vão mais acima e enxergam a cadeia montanhosa dos Himalaias com os seus montes nevados, suas cavernas iluminadas por gerações e gerações de yogues que tentaram, através de práticas ascéticas, abrir o canal para fazer uma ligação com a Vida Suprema, que é a Vida da gente.</p>
<p style="text-align:justify;">E o meu olhar, perdendo-se na imensidão da antiga Índia, dos Himalaias e do Tibete, o meu olhar feliz vê o florescimento de vários super-homens que foram canal dessa força Crística através dos séculos: Bábaji, Láhiri Mahásaya, Kabir, Ramakrishna, Mahavira, Ramananda e RamaYanda.</p>
<p style="text-align:justify;">O meu olhar ultrapassa os Himalaias e agora observa a China imemorial, observa o florescer da técnica da manipulação das energias, observa o florescer do Zen, observa o crescimento do Budismo, observa gerações de monges meditando, meditando e meditando&#8230; buscando a ligação com essa força Crística.</p>
<p style="text-align:justify;">Observo o florescer do Taoísmo, de um filosofia calcada em valores reais, valores de luz e observo também os outros super-homens, canais da força Crística: Fo-Hi, Lao-Tsé, Confúcio – e da velha China brilha o ouro, o ouro da energia, uma energia dourada.</p>
<p style="text-align:justify;">Desvio novamente o meu olhar pelo passado e vejo a velha África com suas savanas, seus animais, suas florestas e seu povo inocente, mas rico em tradições. Observo os africanos ancestrais produzindo rituais, usando os elementos da natureza, e observo uma palavra crescer na egrégora (3) da África: MAGIA – a habilidade de extrair as forças da natureza e se servir delas como canal.</p>
<p style="text-align:justify;">Como canal dessa energia, todo aquele que desenvolve esse potencial para o progresso é chamado e dignificado de Mago Branco.</p>
<p style="text-align:justify;">O meu olhar vai para a parte superior da África, ao encontro das velhas pirâmides do Egito, ao encontro com o Deus Amon-Rá, o Deus-Sol, ao encontro com a manifestação trina de Osíris, Ísis e Hórus, ao encontro com a sabedoria de Hermes Trismegisto, Inhotep e Amenófis. E observo o desenvolver da técnica do desenvolvimento da projeção astral dentro dos templos e das pirâmides.</p>
<p style="text-align:justify;">Observo também o florescer de técnicas antigas de mediunidade.</p>
<p style="text-align:justify;">E dos antigos iniciados do Egito, da África, da Índia, do Tibet, do Himalaia e da China, eu vejo brotar LUZ.</p>
<p style="text-align:justify;">E o meu olhar agora passa pela Europa e atravessa o Atlântico e olha as Américas.</p>
<p style="text-align:justify;">Passo pela América do Norte e vejo os rituais das tribos Peles-Vermelhas tentando fazer uma integração com o Deus Sol, tentando capturar o prana através de rituais específicos e através de tradições riquíssimas, baseadas na força da Mãe-Terra e no entendimento do coração das Leis da Natureza.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu olhar espiritual vai descendo e capta as imagens da América Central. Vejo o florescer dos Maias e dos Astecas. Vejo novamente a tentativa de querer integrar-se com a Força Crística através do sol, a fonte de luz e de prana que dá Vida a este Planeta.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu olhar vai descendo para a América do Sul e o tempo segue girando na minha frente, e eu vou me encontrando agora perto do presente. Vejo o florescimento da tribo Tupi-Guarani, herdeira dos Atlantes perdidos, que navegaram e foram parar no centro da América do Sul, mesclando-se com os índios daquela região, gerando a tribo Tupi-Guarani, que também cultuava o Deus Sol como fonte de luz e, por sua vez, esse Sol que é a Vida da Vida e a Vida da Terra, esse Sol que é apenas a manifestação externa da força Crística e a sua materialização em forma de luz, calor e vida.</p>
<p style="text-align:justify;">E o meu olhar finalmente pára no presente, agora na direção do Atlântico Sul, no Brasil, trazendo todas essas imagens do passado, de gerações de iniciados que trabalharam pela preservação da chama espiritual. Eu vejo agora centenas de iniciados antigos reencarnados no Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">E o meu olhar projeta lágrimas de sentimento, de alegria e de satisfação de saber que vocês não esqueceram da iniciação que vocês já passaram, de saber que vocês estão resgatando a sabedoria antiga do Amor e da Espiritualidade.</p>
<p style="text-align:justify;">- Rama -<br />
(Recebido espiritualmente por Wagner Borges)</p>
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			<media:title type="html">espíritos</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Kyūdō (弓道) &#124; O que é Kyūdō?</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 15:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Marciais]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Japonesa]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Oriental]]></category>
		<category><![CDATA[Kyudo]]></category>

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		<description><![CDATA[

O Japão possui inúmeras artes marciais, dentre elas, a mais antiga é o Kyūdō(弓道,O Caminho do Arco). A arte do arco e flecha, assim como outras artes japonesas, busca expressar o equilíbrio entre mente e espírito. Possui uma rica história e suas tradições são muito respeitadas no Japão. Estudiosos da cultura japonesa consideram o Kyūdō [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=474&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;">
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><img class="aligncenter size-full wp-image-475" title="kyudo" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/09/kyudo.jpg?w=500&#038;h=500" alt="kyudo" width="500" height="500" /></p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><span style="color:#333333;margin:0;padding:0;"><strong>O</strong><strong> Japão possui inúmeras artes marciais, dentre elas, a mais antiga é o </strong></span><strong>Kyūdō<span style="color:#333333;margin:0;padding:0;">(弓道</span>,O Caminho do Arco). </strong>A arte do arco e flecha, assim como outras artes japonesas, busca expressar o equilíbrio entre mente e espírito. Possui uma rica história e suas tradições são muito respeitadas no Japão. Estudiosos da cultura japonesa consideram o Kyūdō como sendo umas das mais puras artes marciais japonesas <em><strong>Budô</strong></em>(<strong>武道、o caminho do guerreiro</strong>).</p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;">Influências da cultura <em>zen-Budista</em> e do <em>shintoísmo</em> são visivelmente percebidos. Pode-se notar as marcas do <em>shintoísmo</em> no respeito refinado demonstrado ao arco e ao dojô (local onde acontece a prática). Por outra perspectiva, a clutura <em>zen-budista</em> legou influências na filosofia e nos costumes do <em>Kyūdō.</em></p>
<blockquote>
<p style="line-height:2.2em;margin:0 0 .9em;padding:0;"><em>Não se trata de focar um alvo exterior, mas o arqueiro e o alvo estão unidos, integra-se o alvo a si mesmo. É preciso esquecer o arco que atira, esquecer-se a si mesmo, fazer-se um com o arco e o alvo, esticar em direção ao infinito sem conhecer o ponto de chegada.</em></p>
<p style="line-height:2.2em;margin:0 0 .9em;padding:0;">Mestre <span style="margin:0;padding:0;"><strong>Toko</strong> <strong>Anzawa</strong></span></p>
</blockquote>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;">Os praticantes do <em>Kyūdō</em>, na realidade, não se envolvem com essa arte para apenas aprender a atirar flechas. Ser parte do arco para atingir suas metas e ter um melhor entendimento sobre si mesmo são alguns dos motivos que podemos destacar. Ter um domínio quanto aos modos, compreensão da cultura dessa arte e prática das habilidades envolvidas são buscas constantes. O <em>Kyūdō</em> também mostra-se ser uma referência, para nós ocidentais, no intuito de melhor entendermos e aprender um pouco do pensamento japonês.</p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><strong>Fonte: http://www.nipocultura.com.br</strong></p>
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		<title>O Bushidô</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 15:43:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Bushido]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura Japonesa]]></category>

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		<description><![CDATA[

A concepção que o ocidente costuma atribuir ao Bushidô (literalmente, o caminho do guerreiro; no ocidente, livremente traduzido como código de honra do guerreiro samurai), é algo restrito apenas à conduta dos samurais. Como guerreiros, adestravam-se nas artes da esgrima, do arco e flecha, da equitação, nas diversas formas de luta corporal e nas extraordinárias [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=471&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img src="http://www.nipocultura.com.br/wp-content/uploads/2008/07/bushido.jpg" alt="http://www.fjjece.com.br/images/bushido.jpg" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;"><strong>A concepção que o ocidente costuma atribuir ao Bushidô (literalmente, o caminho do guerreiro; no ocidente, livremente traduzido como código de honra do guerreiro</strong><strong> </strong><em><strong>samurai</strong></em><strong>), é algo restrito apenas à conduta dos</strong><strong> </strong><em><strong><a title="samurai" href="http://www.nipocultura.com.br/?p=365" target="_blank">samurais</a></strong></em><strong>.</strong><strong> </strong>Como guerreiros, adestravam-se nas artes da esgrima, do arco e flecha, da equitação, nas diversas formas de luta corporal e nas extraordinárias habilidades dos <em>ninjas</em> –<em>samurais</em> extremamente ágeis e hábeis em camuflagem, simulação, espionagem e sabotagem – concomitantemente, primavam sua conduta pela lealdade, coragem, honra e respeito.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para se compreender a essência do Bushidô, é preciso mergulhar nas suas origens ideológicas, mais do que ler e entender a obra Hagakure, de Tsunetomo Yamamoto, considerada a origem escrita do Bushidô, a partir da qual o mundo conheceu a idéia nipônica do caminho do guerreiro.</strong><strong> </strong>Tsunetomo Yamamoto foi samurai em fins do  século XVII do feudo de Saga, servindo ao <em>daimyô</em> Nabeshima, e depois, monge zen-budista num templo perto do monte Kinryu. Como monge, vários discípulos ouviam-lhe as sábias palavras da doutrina budista e samuraica, mas nunca escreveu nada. Um dos discípulos, Tsuramoto Tashiro, atentamente registrou as palavras do mestre compiladas em onze volumes, a que intitulou “Hagakure” (oculto nas folhas), da qual se extraiu a ética do Bushidô. Obra escrita em estilo clássico, de difícil compreensão para leigos, foi interpretada e condensada pelo professor Tatsuya Naramoto. Mesmo esta interpretação é ainda de difícil compreensão para não familiarizados com a cultura samuraica. Vale dizer, para quem não conhece as raízes ideológicas da cultura japonesa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Mas o Bushidô não nasceu dos onze volumes do Hagakure. Pelo contrário. O Hagakure é que nasceu do Bushidô.</strong><strong> </strong>Esta obra apenas deu existência escrita a algo que já existia na alma do japonês. <strong>As normas de conduta determinando a função e o comportamento em sociedade havia sido regulamentado pelo Estatuto Militar do século XVII, “Buke hatto”, promulgado no xogunato Tokugawa, mas o lado ético do guerreiro, a raiz invisível da ideologia que se formou ao longo de muitos séculos, era conhecida apenas por provérbios e sentenças, algumas escritas, esparsas, mas profundamente arraigadas na cultura do povo.</strong><strong> </strong>Suas origens perdem-se no tempo mas possivelmente foram surgindo à medida que as ideologias chinesas eram aceitas e incorporadas à primitiva. Esta origem foi não apenas o nascedouro do Bushidô, mas também dos princípios ideológicos que moldaram as artes e a alma do povo japonês. Na sociedade japonesa feudal, a figura do guerreiro samurai – considerada a excelência de ideal de todo homem -  foi quem mais visibilidade deu ao Bushidô.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Samurai é palavra derivada do verbo saburau, que significa apenas servir.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">O prof Rizo Takeuchi, em sua obra “Bushi no Tôjô – entrada em cena dos samurais – , cita que já no <em>Nihon shoki</em> (crônicas do Japão), escrito em 720, existem referências à figura do <em>saburai-bito</em>, pessoa que serve, que acompanha o patrão.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>No período Heian (794-1192), o saburai serve aos nobres no palácio, já então dentro de uma hierarquia que o situava acima de outros criados e servidores comuns, mas não exercia  ainda  funções militares.</strong><br />
O aprendizado do Bushidô consiste em educar e amalgamar ao espírito supremos valores éticos e morais. É assumi-los como  conduta máxima irrefutável e insubstituível, superior à qualquer outra. É o preparo espiritual e psicológico para trocar, se preciso for, a essencialidade da vida por estes valores.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para o espírito do Bushidô seus valores são superiores à vida. Esta é finita, os valores são eternos.</strong> Em outras palavras, o homem é finito mas não seu nome. Os valores espirituais superam os valores materiais. Somos parte efêmera de uma humanidade que se eterniza em valores imutáveis. A matéria é mutável, está em constante transformação, a vida é impermanente, transforma-se a todo instante, segundo a doutrina budista.  Morrer é o destino de todo homem, mas deixar nome honrado é apenas para o homem superior. Lê-se em Confúcio, a relativização da morte face a outro valor superior: no caso, a perpetuação de uma nação.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>“os requisitos do governo são três: abundância de alimento, suficiente poder militar e confiança do povo no governante”.</em></strong><em> </em><em>Tsze-kung disse, “se for preciso eliminar um desses requisitos, qual deles sacrificaremos primeiro?” “o militar”, respondeu Confúcio. Tsze-kung repetiu a pergunta quanto ao segundo requisito a ser eliminado e a resposta foi que “o alimento; a morte está no destino do homem; mas se o povo não tem fé (em seus chefes) não haverá salvação (para o estado)”.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>São consideradas fontes do Bushidô: o budismo que deu ao guerreiro o conforto psicológico na vida além da vida e lhe ensinou a perecibilidade da matéria; o xintoismo que lhe deu  orgulho de seus antepassados e lhe ensinou o amor e o respeito a todo ser humano pela sua origem divina;  o confucionismo que lhe ensinou a ética social. (vide</strong><strong> </strong><strong><a href="http://www.nipocultura.com.br/?p=185" target="_blank">“a alma do povo japonês: conseqüência no ideário do guerreiro”</a>); do zen-budismo o guerreiro aprendeu que a perfeição está no fazer, está na ação; que o melhor adestramento para sua arte consiste em esvaziar a mente para que o inconsciente o conduza ao caminho da perfeição.(vide:</strong><strong> </strong><strong><a href="http://www.nipocultura.com.br/?p=204" target="_blank">“a alma do povo japonês: conseqüência nas artes</a>“).</strong></p>
<p style="text-align:justify;">No zen-budismo há um conto que ilustra alguns dos princípios.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong>Bankei era um monge zen-budista famoso por sua sabedoria. Os retiros de treinamento espiritual que promovia recebia discípulos do Japão inteiro. Numa ocasião, monges flagraram um discípulo praticando furto. Levaram o fato ao conhecimento de Bankei, mas este nada disse e nenhuma providência tomou. O fato tornou a ocorrer e os monges, irados, exigiram que Bankei expulsasse o infrator. Caso não o fizesse, abandonariam o retiro. Disse o mestre: vocês podem abandonar o treinamento porque já sabem o que é certo e o errado, mas este monge não. Se eu não o acolher, que templo acolherá um monge errante? Eu ficarei com ele, até que desperte e vocês podem ir embora. O monge infrator chorou copiosamente despertando naquele instante.</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A introdução da ética confucionista apenas confirmou a lealdade ao superior e o respeito à família, já praticadas no Japão e reforçando a virtude da sabedoria.</strong><br />
<strong>Este caldo cultural formou a excelência do homem japonês na figura do samurai. Guerreiro orgulhoso, ético, leal, habilidoso, corajoso, culto e destemido diante da morte.</strong> Assim como o autor intelectual do Hagakure, Miyamoto Musashi, considerado o mais hábil espadachim japonês de todos os tempos,  após vencer 60 duelos resolveu ser monge, poeta e pintor de <a title="sumi-ê" href="http://www.nipocultura.com.br/?p=450" target="_blank">sumi-ê</a>. O cultivo do intelecto faz parte do ideal budista, cujo ápice é alcançado pelo estado de iluminação, atingido por Buda. Segundo essa doutrina, a salvação só se dá pela sabedoria, pela perfeita compreensão dos ensinamentos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para o samurai, o tripé ideológico que sustenta o Bushidô é chi (sabedoria), jin (benevolência) e yu (coragem). Para o Bushidô, o guerreiro deve dominar a arte da esgrima, do arco e flecha, jujutsu, equitação, lança, tática  e estratégia militar, caligrafia, literatura, aí compreendidas as diversas formas de poesia, ética e história.</strong><strong> </strong>A aritmética era indispensável apenas para os estratagemas militares, pois o samurai não se envolvia nas relações com o dinheiro, considerada indigna de um guerreiro, e deixava a aritmética monetária para cabeças menos privilegiadas. Sabia ser o dinheiro o sustentáculo de uma guerra, mas não o elevava ao grau de virtude. A poupança era conseqüência da frugalidade. Para os adeptos do Bushidô não se podia pagar em ouro ou prata os serviços de um sacerdote ou de um professor. Não que não valessem. Mas porque eram inestimáveis. Na moderna Economia paga-se <strong>“por serviços cujos resultados sejam definidos, tangíveis e mensuráveis, enquanto que o melhor serviço feito em educação – notadamente, no desenvolvimento da alma (e isso inclui os serviços de um pastor), não é definido, tangível ou mensurável. Sendo imensurável, o dinheiro, a medida ostensiva de valor, é de uso inadequado”</strong>, explica Inazo Nitobe.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Objetivamente todo o mandamento do Bushidô era resumido nas palavras “Bun-bu-ryodo” (o caminho do pincel e da espada), ou seja, conhecimento mais habilidade técnica, mandamento para o espírito, mente e corpo. Adestrar primeiramente o espírito, governo da mente e do corpo.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>São considerados mandamentos éticos do Bushidô, segundo José Yamashiro: retidão ou justiça, giri (pronuncia-se guiri) , palavra japonesa que significa senso de justiça e dever, coragem, benevolência, polidez, veracidade e sinceridade, honra, dever e lealdade.</strong><br />
<strong>Segundo Mencius (Meng Tzu, filósofo chinês – 372 – 289 a. C.), benevolência é a mente do homem e a retidão ou honradez, seu caminho.</strong><strong> </strong>“Quão lamentável”, exclama ele, “é negligenciar o caminho e não procurá-lo, perder a mente e não saber como procurá-la novamente!”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>A palavra de um samurai – bushi no ichigon – era garantia de veracidade.</strong><strong> </strong>O juramento ou o compromisso escrito era considerado algo abaixo da sua palavra, portanto, desonroso e indigno.<br />
Durante mais de um milênio com predominância dos sete séculos que durou o governo dos xoguns, os samurais foram considerados a elite intelectual, política e social do Japão antigo. Com a Reforma Meiji de 1868 foi extinta a classe dos samurais, mas tão longo reinado da ideologia criou raízes na alma deste povo que permanecem vivas hoje e possivelmente ainda por muito tempo. O “Bushidô”, como intitula originariamente seu livro Inazo Nitobe, é “a alma do Japão”. (no Brasil lançado como “Bushidô –  alma de samurai”).</p>
<p style="text-align:justify;"><em>Referências:</em><em><br />
<em>História dos samurais – José Yamashiro – 2ª ed – ed Aliança Cultural Brasil-Japão – Masao Ohno</em><br />
<em>Will Durant – História da Civilização – Nossa herança oriental – vol II – Cia Editora. Nacional – ed 1942</em><br />
<em>Inazo Nitobe – bushidô – alma de samurai</em><br />
<em>Para saber mais: O crisântemo e a espada – Ruth Benedict – editora Perspectiva</em><br />
<em>José Yamashiro – A História dos Samurais</em></em></p>
<p style="text-align:justify;">
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	</item>
		<item>
		<title>Zen Budismo &#8211; Um breve resumo</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 15:33:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>
		<category><![CDATA[Zen]]></category>

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		<description><![CDATA[

Derivado do budismo, seu fim último é atingir a iluminação pessoal através da meditação. Para isso, praticam-se exercícios rigorosos, como as artes marciais, para se quebrar o trabalho da mente, eliminando assim, a barreira do consciente, o que conduz à superação da necessidade da palavra. Abole-se o significante concentrando-se apenas no significado, isto é, abandona-se [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=468&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;">
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><img class="aligncenter size-full wp-image-469" title="buda" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/09/buda.jpg?w=342&#038;h=377" alt="buda" width="342" height="377" /></p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><strong>Derivado do budismo, seu fim último é atingir a iluminação pessoal através da meditação. </strong>Para isso, praticam-se exercícios rigorosos, como as artes marciais, para se quebrar o trabalho da mente, eliminando assim, a barreira do consciente, o que conduz à superação da necessidade da palavra. Abole-se o significante concentrando-se apenas no significado, isto é, abandona-se a intermediação do veículo (palavras, imagens) para ficar apenas com a essência. O consciente ativo impede a meditação por estar preso à realidade obstacularizando sua integração com o todo. <strong>Ao atingir o estado de pensar sem pensar, pelo esvaziamento da mente, o homem é: está na potência máxima de sua intelectualidade.</strong></p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><strong>Os monges zen foram uma das melhores castas de guerreiros do Japão.</strong> Foi um sábio monge zen, no começo do século XVIII, Tsunetomo Yamamoto, ex-samurai, quem escreveu Hagakure, obra de 11 volumes do qual se extraiu a ética do Bushidô (caminho do guerreiro).</p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;">Para o budismo zen, uma vez atingida a iluminação, o indivíduo passará a aceitar a realidade imutável dos fatos, pois que nada se modificará no mundo e tudo continuará como está.</p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><strong>A doutrina zen-budista não se aprende, tem de ser incorporada como sua maneira de ser.</strong></p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><strong>A compreensão do mundo e de si, só se faz sendo, por isso, para alguns mestres, é inútil o ensino da doutrina: a sabedoria só pode ser alcançada pela ação, que é a expressão mais verídica de ser (verbo).</strong></p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;"><strong>Para o budismo zen quem não é, não sabe; quem sabe não precisa falar, é naturalmente. </strong>Quem é, faz. Ser e fazer são uma só coisa, ação única, inequívoca, harmônica. Apreciar um poema ou o desabrochar de uma flor, manejar uma espada, conhecer uma pessoa, externar uma emoção, são todas exteriorizações do ser, conseqüentemente da sabedoria. A sabedoria liga-se à ação. A ação com a essência do ser, dispensando a intermediação de palavras. O pensamento está retratado nas ações, não nas palavras.</p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;">Para o budismo zen a iluminação é sempre pessoal, é reconciliação com o mundo, integração ao todo, ou antes, sentir-se o todo, pois que o todo é si próprio.</p>
<p style="line-height:2.2em;text-align:justify;margin:0 0 .9em;padding:0;">http://www.nipocultura.com.br</p>
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			<media:title type="html">buda</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Paw Nokoko e o sapo comedor de moscas</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 15:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Taoísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>

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		<description><![CDATA[

Um sapinho da espécie Bufo saltitava distraidamente num bosque quando caiu num poço. estava escuro,mas ele logo sentiu que era um lugar acolhedor com água e comida farta.porem o melhor é que havia uma planta rara que exalava um fedor de carniça que atraia uma espécie de mosca que o sapinho comia com deleite.
E assim [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=464&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-465" title="Gamabunta" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/09/gamabunta.jpg?w=510&#038;h=382" alt="Gamabunta" width="510" height="382" /></p>
<p style="text-align:justify;">Um sapinho da espécie Bufo saltitava distraidamente num bosque quando caiu num poço. estava escuro,mas ele logo sentiu que era um lugar acolhedor com água e comida farta.porem o melhor é que havia uma planta rara que exalava um fedor de carniça que atraia uma espécie de mosca que o sapinho comia com deleite.</p>
<p style="text-align:justify;">E assim o tempo foi passando e o sapo Bufo engordando.<br />
Até que um sapo velho passou por ali e ouviu o coaxar do sapo Bufo no fundo do poço.<br />
“ei!”, gritou o sapo velho, “o que você fazendo ai no fundo deste poço escuro e fedorento?”<br />
“comendo moscas deliciosas”, respondeu o sapo Bufo.<br />
“Aqui fora tem muitas outras coisas deliciosas”, acrescentou o velho sapo.<br />
“dê um exemplo!”<br />
“a luz! a liberdade&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">E fez uma digressão tão convincente sobre aquelas coisas deliciosas que o sapo Bufo se interessou em sair do poço. Deu vários pulos, mas não conseguia alcançar a borda.<br />
Então o velho sapo jogou uma linha para o sapo Bufo subir, mas ele estava tão pesado que, bufando, não conseguia subir nem um metro.</p>
<p style="text-align:justify;">O sapo velho disse-lhe:<br />
“você está muito pesado de tanto comer estas moscas suculentas. vou lhe dar uma disciplina alimentar para que você emagreça e possa sair daí.”<br />
Eram umas poucas, mas efetivas regras&#8230;<br />
O sapo Bufo, alentado pelas palavras do velho sapo, seguiu as regras e emagreceu um pouco. e tentou subir novamente.</p>
<p style="text-align:justify;">No meio do caminho uma das suculentas moscas passou por ele rumo às flores fedorentas. o sapo Bufo não agüentou –deu um pulo no ar tentando apanhar a mosca.<br />
E caiu até o fundo onde se fartou comendo muitas moscas&#8230;<br />
E começou a gritar: ”velho imundo! não existe luz nem liberdade, coisa nenhuma! só as moscas!”<br />
E sempre que outro sapo velho tentava convencer-lo a sair ele o criticava asperamente, ironizando a luz e a liberdade.</p>
<p style="text-align:justify;">Moral prashantetica- quem não quer sair do fundo do poço vira um sapo critico comedor de moscas.</p>
<p style="text-align:justify;">FONTE: &#8220;O Dragão com Asas de Borboleta e Outras Estórias Zen-Taoístas&#8221; &#8211; Sw.Deva Prashanto</p>
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			<media:title type="html">Gamabunta</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Monólogo de um Vampiro Psíquico</title>
		<link>http://akhen777.wordpress.com/2009/07/11/monologo-de-um-vampiro-psiquico/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 12:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[
“Sou o Espírito da treva, a Noite me traz e leva; moro à beira irreal da Vida&#8230;&#8221;.
Eu sou o mais tenebroso de todos os Vampiros.
Não sinto gozo somente perfurando sensíveis membranas de jugulares virginais para sentir o sabor de hemoglobina. Embora algum débil tenha afirmado que &#8220;a alma da carne esteja no sangue&#8221;, e que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=459&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-460" title="vampiro1" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/07/vampiro1.jpg?w=510&#038;h=382" alt="vampiro1" width="510" height="382" /></p>
<p style="text-align:justify;">“Sou o Espírito da treva, a Noite me traz e leva; moro à beira irreal da Vida&#8230;&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu sou o mais tenebroso de todos os Vampiros.</p>
<p style="text-align:justify;">Não sinto gozo somente perfurando sensíveis membranas de jugulares virginais para sentir o sabor de hemoglobina. Embora algum débil tenha afirmado que &#8220;a alma da carne esteja no sangue&#8221;, e que sangue é vida, no meu entendimento psicossomático, vejo a manifestação da alma na mente, e ela é minha!</p>
<p style="text-align:justify;">Não preciso sujar minhas presas, nem beber sangue, para sugar a seiva anímica de alguém.</p>
<p style="text-align:justify;">Para manter a minha eternidade, Eu sugo almas, esta é uma forma mais refinada de alimentação.</p>
<p style="text-align:justify;">Meu prazer consiste em devorar os centros; intelectual, motor, instintivo, emocional e sexual de cada ser humano. Invado as profundezas de cada vítima, em busca da pedra oculta.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao drenar estes centros, tenho o poder de criar ilusões, manipular, ler pensamentos&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Tenho visão telepática, e utilizo a arte psicomântica e o poder de cura, e de destruição para o meu benefício.</p>
<p style="text-align:justify;">Como os outros Vampiros, sou capaz de me transformar em qualquer espécie de animal: morcego, lobo, cão, pássaro&#8230; Bem como em criaturas estranhas e imaginárias.</p>
<p style="text-align:justify;">Intimamente, sou o Leão que ruge, procurando a quem devorar. No entanto, prefiro me transformar num homem comum, ou no líder religioso, no político eloqüente, ou nas letras escritas por um ávido Escritor.</p>
<p style="text-align:justify;">A cruz, A Bíblia e o alho não me afugentam. Pelo contrário, bebo água benta para aliviar minhas ressacas, e nas procissões Eu sou o Luciferário.</p>
<p style="text-align:justify;">Sou um manipulador da fé, pois dessa forma consigo atrair mais vítimas. Monto belíssimas igrejas e ofereço conforto espiritual e material em programas de televisão, tudo em nome de Deus.</p>
<p style="text-align:justify;">Nenhuma Lei dita sagrada é verdadeira para mim; nenhum dogma consegue deter minha voz.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Eu deixo para trás todas as normas que não levam ao meu sucesso e alegria terrenos. Eu me ergo impassível comandando a invasão da lei do mais forte!</p>
<p style="text-align:justify;">Eu olho dentro dos olhos vítreos do seu terrível Deus e o agarro pelas barbas; eu ergo um machado e então racho seu crânio devorado por vermes!</p>
<p style="text-align:justify;">Eu me liberto do sepulcro formado por conteúdos doentes de filosofias vãs e gargalho com um sarcasmo cheio de ira&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Gosto de me aproximar, de abraçar, de apertar as mãos de minhas vítimas. Para inflar o meu peito em ardente escárnio.</p>
<p style="text-align:justify;">Sejam eleitores imbecis ou fiéis idiotas, sempre os trato com o carinho de uma mãe para com o seu filho único, antes de devorá-los.</p>
<p style="text-align:justify;">Proporciono à minha vítima escolhida, imagens de paz e amor, bondade, prazer e luxúria. De acordo com o temperamento, proporciono as imagens que ela sempre gostaria de ver, e faço-a sonhar. E abraço-a como um amante.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, começo a sugá-la, não sugo muito, pois a vítima pode ficar muito debilitada. Ou até morrer, o que não é o meu objetivo, pois preciso de escravos para o meu séquito.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando encontro alguém que me agrada, procuro olhar fixamente nos seus olhos. Penetro vorazmente no fundo de seu inconsciente.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao dormir, ela passa a ter sonhos gozosos, que permanecem por alguns dias, até que cedo ou tarde, ela me convida para a sua cama.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, ofereço-lhe alegrias inimagináveis, paz indescritível, êxtase&#8230; A cada gemido de prazer e dor, me sinto mais forte. Esta é a minha forma preferida de exaurir.</p>
<p style="text-align:justify;">Sem energia, sem vontade, a vida torna-se um fardo. A depressão tornar-se constante companheira. E tudo parece dar errado, quando Eu não estou presente.</p>
<p style="text-align:justify;">Os familiares e amigos são abandonados, largados ao mofo. Os pesadelos tornam-se freqüentes. Nada neste mundo parece real.</p>
<p style="text-align:justify;">A percepção fica alterada, e seus valores invertidos.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;As poderosas vozes da minha vingança arruinarão a calmaria do ar e se manterão como monólitos de fúria mortal sobre um solo de serpentes retorcidas. Eu me torno uma monstruosa máquina de aniquilação para aqueles fragmentos ulcerosos do corpo daquele que tentou deter-me&#8221;.***</p>
<p style="text-align:justify;">Desejo apenas que se multiplique a dor causada pela minha crueldade.</p>
<p style="text-align:justify;">E o sono, o sono&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O belo artifício da morte começa envolver como um cobertor numa noite fria.</p>
<p style="text-align:justify;">Então, continuará pensando que sou coisa da imaginação humana.</p>
<p style="text-align:justify;">E como se Eu me sentisse vivo novamente, Continuarei existindo.</p>
<p style="text-align:justify;">Na busca do amor&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Que procuro, mas não tenho por quem chorar.</p>
<p style="text-align:justify;">Nem com quem sorrir&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">O beijo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">E o corpo que por alguns instantes me fez se sentir vivo&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Não mais&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">E já que não posso amar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">Agradeço por ter me convidado a entrar em sua mente.</p>
<p style="text-align:justify;">E ter aberto a sua alma para que Eu pudesse penetrá-la devagar.</p>
<p style="text-align:justify;">Daqui por diante, você carregará também esta lúgubre maldição.</p>
<p style="text-align:justify;">E &#8220;Viverá! Viverá doravante sobre esta estranha ponte, que começa onde acaba a vida e termina onde começa a morte&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Pois mesmo quando Eu, quebrando a roda do Samsara, e definitivamente adentrar no fundo do abismo do espaço, sempre estarei em você, e naqueles que lerem ou ouvirem as minhas insalubres palavras.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Assim Falava Zaratustra (Zoroastro)</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 12:07:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Zaratustra]]></category>

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		<description><![CDATA[
“De todo o escrito só me agrada aquilo que uma pessoa escreveu com o seu sangue. Escreve com sangue e aprenderás que o sangue é espírito.
Não é fácil compreender sangue alheio: eu detesto todos os ociosos que lêem.
O que conhece o leitor já nada faz pelo leitor. Um século de leitores, e o próprio espírito [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=455&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><img class="aligncenter size-full wp-image-456" title="Parsis-Zarathusthra11g" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/07/parsis-zarathusthra11g.jpg?w=336&#038;h=371" alt="Parsis-Zarathusthra11g" width="336" height="371" /></p>
<p style="text-align:justify;">“De todo o escrito só me agrada aquilo que uma pessoa escreveu com o seu sangue. Escreve com sangue e aprenderás que o sangue é espírito.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é fácil compreender sangue alheio: eu detesto todos os ociosos que lêem.</p>
<p style="text-align:justify;">O que conhece o leitor já nada faz pelo leitor. Um século de leitores, e o próprio espírito terá mau cheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Ter toda a gente o direito de aprender a ler é coisa que estropia, não só a letra mas o pensamento.</p>
<p style="text-align:justify;">Noutro tempo o espírito era Deus; depois fez-se homem; agora fez-se populaça.</p>
<p style="text-align:justify;">O que escreve em máximas e com sangue não quer ser lido, mas decorado. Nas montanhas, o caminho mais curto é o que medeia de cimo a cimo; mas para isso é preciso ter pernas altas. Os aforismos devem ser cumieiras, e aqueles a quem se fala devem ser homens altos e robustos.</p>
<p style="text-align:justify;">O ar leve e puro, o próximo perigo e o espírito cheio de uma alegre malícia, tudo isto se harmoniza bem.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu quero ver duendes em torno de mim porque sou valoroso. O valor que afugenta os fantasmas cria os seus próprios duendes: o valor quer rir.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu já não sinto em unísono convosco; essa nuvem que eu vejo abaixo de mim, esse negrume e carregamento de que me rio, é precisamente a vossa nuvem tempestuosa.</p>
<p style="text-align:justify;">Vós olhais para cima quando aspirais a vos elevar. Eu, como estou alto, olho para baixo.</p>
<p style="text-align:justify;">Qual de vós pode estar alto e rir ao mesmo tempo?</p>
<p style="text-align:justify;">O que escala elevados montes ri-se de todas as tragédias da cena e da vida.</p>
<p style="text-align:justify;">Valorosos, despreocupados, zombeteiros, violentos, eis como nos quer a sabedoria. É mulher e só lutadores podem amar.</p>
<p style="text-align:justify;">Vós dizeis-me: “A vida é uma carga pesada”. Mas, para que é esse vosso orgulho pela manhã e essa vossa submissão, à tarde?</p>
<p style="text-align:justify;">A vida é uma carga pesada; mas não vos mostreis tão contristados. Todos somos jumentos carregados.</p>
<p style="text-align:justify;">Que parecença temos com o cálice de rosa que treme porque o oprime uma gota de orvalho?</p>
<p style="text-align:justify;">É verdade: amamos a vida não porque estejamos habituados à vida, mas ao amor.</p>
<p style="text-align:justify;">Há sempre o seu quê de loucura no amor; mas também há sempre o seu quê de razão na loucura.</p>
<p style="text-align:justify;">E eu, que estou bem com a vida, creio que para saber de felicidade não há como as borboletas e as bolhas de sabão, e o que se lhes assemelhe entre os homens.</p>
<p style="text-align:justify;">Ver revolutear essas almas aladas e loucas, encantadoras e buliçosas, é o que arranca a Zaratustra lágrimas e canções.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu só poderia crer num Deus que soubesse dançar.</p>
<p style="text-align:justify;">E quando vi o meu demônio, pareceu-me sério, grave, profundo e solene: era o espírito da gravidade. Por ele caem todas as coisas.</p>
<p style="text-align:justify;">Não é com cólera, mas com riso que se mata. Adiante! Matemos o espírito da gravidade!</p>
<p style="text-align:justify;">Eu aprendi a andar; por conseguinte corro. Eu aprendi a voar; por conseguinte não quero que me empurrem para mudar de sítio.</p>
<p style="text-align:justify;">Agora sou leve, agora vôo; agora vejo por baixo de mim mesmo, agora vive em mim um Deus”.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim falava Zaratustra</p>
Posted in Filosofia  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/akhen777.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/akhen777.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/akhen777.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/akhen777.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/akhen777.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/akhen777.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/akhen777.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/akhen777.wordpress.com/455/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/akhen777.wordpress.com/455/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/akhen777.wordpress.com/455/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=455&subd=akhen777&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Parsis-Zarathusthra11g</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A Arte de Aprender Dormindo</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 11:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Misticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Estado Onírico]]></category>
		<category><![CDATA[Estudos]]></category>
		<category><![CDATA[Teosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estudante A:
Há algum tempo, venho estudando com regularidade a teosofia clássica de H. P. Blavatsky.  Mais recentemente, começaram a surgir idéias inspiradoras em minha mente  no momento em que estou acordando. Outras vezes, isso acontece quando estou para adormecer.  Compreensões, percepções,  e até frases inteiras vêm à minha mente.  Algumas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=451&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-452" title="garfield_dormindo" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/07/garfield_dormindo.jpeg?w=442&#038;h=292" alt="garfield_dormindo" width="442" height="292" /></p>
<p style="text-align:justify;">Estudante A:</p>
<p style="text-align:justify;">Há algum tempo, venho estudando com regularidade a teosofia clássica de H. P. Blavatsky.  Mais recentemente, começaram a surgir idéias inspiradoras em minha mente  no momento em que estou acordando. Outras vezes, isso acontece quando estou para adormecer.  Compreensões, percepções,  e até frases inteiras vêm à minha mente.  Algumas delas são  respostas para perguntas. Outras são  maneiras de entender e de explicar questões relacionadas à vida, ao ser.  São idéias sobre situações abstratas. Em geral, porém,  não consigo fixá-las na memória. Você tem idéia sobre como, ou por que motivo, ocorre isso?</p>
<p style="text-align:justify;">Estudante B:</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo calmo e profundo de teosofia, feito com regularidade, não muda só a qualidade de vida em estado de vigília. Ele transforma também a qualidade e a substância do sono e dos sonhos do estudante.</p>
<p style="text-align:justify;">Cedo ou tarde,  o aluno começará a ter acesso a ensinamentos “essenciais”, em dimensões sutis,  enquanto seu corpo está adormecido.  A expansão de consciência durante o estudo em estado de vigília permite alcançar novos níveis de libertação enquanto o corpo está adormecido.</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, o aprendizado do eu superior inclui planos da  realidade que só se pode vivenciar  quando o “eu” está fora do corpo.  O resultado deste aprendizado sutil “desce” como um orvalho sobre o cérebro físico, quando este desperta; mas o faz  com tamanha suavidade que não é fácil registrá-lo em palavras, nem lembrar dele com precisão. É verdade  que, depois de vários anos de estudo de teosofia, esta dificuldade tende a diminuir pouco a pouco. Porém, mesmo quando o cérebro físico capta alguma coisa do processo, ele só consegue trazer uma “fatia” estreita e limitada  do que realmente ocorreu em níveis mais sutis.  Felizmente, nada se perde do ensinamento ou das vivências “fora do corpo”. O que se aprendeu no plano sutil vai inspirando “por osmose” a vida do indivíduo em vigília, à medida que ele avança no estudo e na reflexão da filosofia teosófica. A vida em vigília passa a ter uma relação renovada com a vida durante o sono e o sonho. A aprendizagem espiritual abrange então as 24 horas do dia. Mais cedo ou mais tarde, todo estudante dedicado desperta para este processo.</p>
<p style="text-align:justify;">Estudante A:</p>
<p style="text-align:justify;">O aprendizado ocorre de modo individual e isolado, ou o aprendiz pode receber ajuda?</p>
<p style="text-align:justify;">Estudante B:</p>
<p style="text-align:justify;">Nenhum estudante sério de teosofia está interiormente isolado ou esquecido.  Ao mesmo tempo, a ajuda sutil a receber depende do seu discernimento,  do seu esforço, e do seu mérito. Ele  deve ajudar para ser ajudado.  E  não será ajudado “por alguém”, mas sim pela Vida mesma, pela Lei, ainda que seja através de uma ou mais pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Em “Cartas dos Mahatmas”, vemos uma passagem em que um Raja-Iogue dos Himalaias menciona alguns dos meios pelos quais os Mestres se comunicam com seus discípulos leigos e com pessoas de boa vontade .em qualquer lugar do mundo.  Entre eles,  está a técnica de colocar idéias ou “sementes de idéias” junto à aura do aprendiz, de modo que ele as perceba ao despertar.[1]  Mas o mais frequente, quando temos idéias inspiradoras ao despertar, é que elas sejam impressões vindas de processos meditativos ocorridos durante o sono, e que se imprimam por um momento, de modo ainda que tênue, sobre o cérebro físico.</p>
<p style="text-align:justify;">No entanto, os Mestres também podem usar este sistema de comunicação. Existem “discípulos leigos inconscientes”. Mesmo  sem ter uma clara consciência cerebral deste fato, estes aprendizes “inconscientes” participam da corrente “astral” de consciência coletiva altruísta, anônima  e planetária dos Mestres e seus Discípulos.  Eles tomam parte desta corrente sutil de “boa vontade planetária”  enquanto seus corpos estão adormecidos. Eles fazem isso com plena autonomia e livre arbítrio,  mas, por diversos motivos, que dependem das circunstâncias e do seu carma individual, ao acordar não lembram do processo em seu cérebro físico.</p>
<p style="text-align:justify;">Assim,  a consciência cerebral dos vários tipos de vivência espiritual durante o sono ocorre apenas em uma pequena parcela dos casos.  Há um grande número de razões para que estes fatos sutis raramente sejam  captados pelos mecanismos mais conhecidos do cérebro  físico.</p>
<p style="text-align:justify;">Estudante A:</p>
<p style="text-align:justify;">Quais são as razões?</p>
<p style="text-align:justify;">Estudante B:</p>
<p style="text-align:justify;">Um dos motivos é que o nível comum do cérebro só consegue registrar informações de modo visual ou verbal. Ocorre que  tanto o que é visual (imagem) como o que é verbal (som) dependem dos cinco sentidos, mesmo que a imagem e o som sejam subjetivos.  Estes são processos que têm uma relação estreita com o  hemisfério cerebral esquerdo; porém, os ensinamentos e as vivências realmente  espirituais estão acima de todo som, toda palavra e toda imagem, e ocorrem sobretudo no hemisfério cerebral direito.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando o aprendiz consegue colocar em palavras algo da inspiração recebida durante o sono-sonho,   ele é consciente de que, ao registrar no papel, ele deixa de fora a maior parte do que foi essencialmente captado ou “percebido” por ele ao acordar.  A diferença entre o relato ou memória e a percepção em si mesma é como a diferença entre olhar diretamente o nascer do sol, pela manhã cedo, ou  ver uma descrição escrita e detalhada do nascer do sol, no jornal do  dia seguinte. A descrição e a memória podem ser úteis, sem dúvida: mas serão sempre um pálido reflexo do  fato que tentam registrar.  Por isso, o mais importante, para alguns, é capturar a “sensação espiritual” e não tanto transformar aquela percepção complexa em palavras precisas.   A “sensação” sintetiza tudo.  Para outros, porém, o mais eficiente é dormir com papel e caneta ao alcance da mão, na mesa de cabeceira, e tomar nota das idéias que surgem quando sua consciência está na fronteira entre o sono e a vigília. Cada um deve experimentar e descobrir o que é mais eficiente em seu caso. Em algumas situações, as  imagens e “lições” podem “acordar” o estudante no meio da noite, como se algo nele soubesse que elas devem ser anotadas.  Vários tipos de idéias, decisões e percepções podem surgir deste modo.   O motivo é simples:  o estudo calmo e regular da teosofia clássica amplia no aprendiz o contato entre os estados de  consciência do sono,  do sonho e da vigília. As “paredes divisórias” entre a vigília e o sonho se tornam mais finas. Por isso Damodar Mavalankar e William Judge escreveram sobre processos de meditação integral, que ocorrem ao longo das 24 horas do dia.  São os mais eficazes.</p>
<p style="text-align:justify;">NOTA:<br />
[1] “Cartas dos Mahatmas Para A.P. Sinnett”, Ed. Teosófica, Brasília, volume I, Carta 5, página 60. A expressão usada pelo Mahatma é “impressões ao despertar”</p>
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		<title>Uma Breve Introdução sobre os Vedas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 12:33:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hinduísmo]]></category>

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		<description><![CDATA[
Basicamente os Vedas são as quatro escrituras básicas (Rg, Yajur, Sama e Atharva-Vedas), os Puranas (cujo principal é o Srimad Bhagavatam), os épicos &#8211; o Mahabharata (do qual o Bhagavad-gita é a seção mais importante) e o Ramayana, os Upanishads, os Sutras (mais famosos sendo o Vedanta Sutra e o Yoga Sutra), as ciências auxiliares [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=446&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-448" title="puranas" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/07/puranas1.gif?w=510&#038;h=341" alt="puranas" width="510" height="341" /></p>
<p style="text-align:justify;">Basicamente os Vedas são as quatro escrituras básicas (Rg, Yajur, Sama e Atharva-Vedas), os Puranas (cujo principal é o Srimad Bhagavatam), os épicos &#8211; o Mahabharata (do qual o Bhagavad-gita é a seção mais importante) e o Ramayana, os Upanishads, os Sutras (mais famosos sendo o Vedanta Sutra e o Yoga Sutra), as ciências auxiliares (ayurveda, astrologia, etc.) e os comentários ou livros escritos pelos grandes mestres baseado nesses textos.</p>
<p style="text-align:justify;">As quatro escrituras, Rg, Yajur, Sama e Atharva-Vedas, descrevem os elaborados rituais e mantras usados na religião do povo nos tempos védicos, que se centrava na adoração de semideuses (ou deuses da natureza). Assim, como encontramos praticamente em toda a parte do mundo antigo (Grécia, Roma, Egito, Norte da Europa, América do Sul, etc.) a adoração de seres como o deus do sol, deus dos ventos, do mar, etc., também encontramos exatamente isso como sendo a religião popular da época védica. Por envolverem intricados rituais que não são mais seguidos, essas quatro escrituras não são úteis atualmente. Nelas praticamente não encontramos a verdadeira jóia do conhecimento e práticas espirituais de auto-realização em yoga, em puro amor ao Senhor Supremo.</p>
<p style="text-align:justify;">Os Upanisads são muito em número (mais de 108). São tratados filosóficos sobre a Verdade Última, sobre a Realidade. Entre os Upanishads, um dos mais importantes é o Sri Isopanishad (disponível em Português impresso e em áudio MP3). Ele se destaca por ser o único que é diretamente parte de uma das quatro escrituras básicas, sendo parte do Yajur Veda.</p>
<p style="text-align:justify;">O Srimad Bhagavatam é o Purana mais famoso e um livro de espantosa beleza, profundidade, riqueza, filosofia e sabedoria. Ele revela em grande detalhe a natureza de Deus, da alma, do “reino de Deus”, do mundo material, do processo de auto-realização, do problema e inutilidade inerente da adoração de semideuses e importância de buscar Deus acima deles, do efeito da consciência na matéria e vice-versa e muito mais. O livro tem 12 Cantos, com mais de 14 mil versos. Sua versão traduzida e comentada por Srila Prabhupada contém 19 mil páginas e está disponível em Português.</p>
<p style="text-align:justify;">O Bhagavad-gita tem toda uma posição especial dentre os Vedas (ou literatura védica), pois apresenta o aspecto mais refinado da filosofia e prática espiritual védica &#8211; o caminho da auto-realização em yoga. É um resumo de toda a espiritualidade e filosofia da cultura védica. É o texto mais importante sobre yoga e auto-realização e é aceito como o livro base da tradição da espiritualidade e religião da Índia.</p>
<p style="text-align:justify;">No Bhagavad-gita se descrevem as diferentes etapas do caminho do yoga (karma, jnana e bhakti). De todas as práticas de yoga, Krisna explica no Bhagavad-gita, no verso 6.47, que a prática superior é bhakti-yoga (yoga com devoção ou consciência de Krishna). A conclusão do Bhagavad-gita é que a essência de todo o conhecimento védico é a pura consciência de Krishna. Essa declaração encontramos no Capítulo 15, verso 15, onde Krishna diz, “Através de todos os Vedas, é a Mim que se deve conhecer. Na verdade, sou o compilador do Vedanta e sou aquele que conhece os Vedas.”.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fonte: http://giridhari.com.br/introducao/o-que-sao-os-vedas/</strong></p>
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		<title>As Expectativas “Mágicas” Em Relação Ao ano de 2012 Não Têm Base na Tradição</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 12:17:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Misticismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Profecia Maia]]></category>

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		<description><![CDATA[
O mundo não vai acabar em dezembro de 2012. Não há verdade nas previsões atribuídas a um Calendário Maya, segundo as quais uma grande catástrofe terminará o mundo tal como o conhecemos, às vésperas do Natal daquele ano. Mas a profecia chama de certo modo atenção para o tema de fundo, que é a inegável [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=440&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-441" title="Profecia_maia" src="http://akhen777.files.wordpress.com/2009/07/profecia_maia.jpg?w=400&#038;h=393" alt="Profecia_maia" width="400" height="393" /></p>
<p style="text-align:justify;">O mundo não vai acabar em dezembro de 2012. Não há verdade nas previsões atribuídas a um Calendário Maya, segundo as quais uma grande catástrofe terminará o mundo tal como o conhecemos, às vésperas do Natal daquele ano. Mas a profecia chama de certo modo atenção para o tema de fundo, que é a inegável necessidade de uma forte mudança de rumo no atual processo civilizatório.<br />
Embora a data não deva ser levada a sério, o ano de 2012 pode ser visto como um indicativo simbólico da verdadeira transição, que é gradual e complexa, demora séculos, e merece ser investigada como tal.<br />
Desde os primeiros tempos do cristianismo, marcar data e hora para o apocalipse tem sido uma atividade constante, tradicional, e em alguns casos economicamente rentável. Marcar hora para o final do mundo vem sendo uma ilusão auto-renovável, e também um modo prático de chamar atenção do público, pelo menos até a chegada da “data fatídica”.<br />
É oportuno esclarecer, desde já, que não há qualquer menção ao ano de 2012 na tradição Maya em si mesma. Tampouco seria correto exagerarmos a sabedoria da civilização maya, da América Central. A visão do ano de 2012 como momento de alguma súbita transformação mundial resulta das especulações pessoais do pensador José Arguelles, feitas nas últimas décadas do século 20 e possivelmente baseadas em alguns dados astrológicos. Basta investigar as origens do suposto “calendário maya” apontando para 2012, para ver que a única fonte destas supostas informações é Arguelles. Também é fácil perceber que as profecias são de um conteúdo simples e ingênuo.[1] Depois de fazer uma idealização fantasiosa da cultura maya, Arguelles atribuiu a ela as suas próprias profecias. Seguidores de Arguelles, seguramente com boas intenções, continuam aprimorando o trabalho de produzir e lançar profecias de curto prazo, imaginativas mas sem conteúdo durável. Elas servem no máximo como um alerta geral no sentido de que “algo de importante está acontecendo com nossa civilização”.<br />
É verdade que vivemos uma transição mundial complexa e importante. Ela tem fortes dimensões culturais, políticas, militares, econômicas, ecológicas e espirituais. É possível que ocorram grandes transformações, inclusive climáticas e geológicas, nos próximos anos e décadas. Podemos dizer que tais transformações já começaram. No entanto, a marcação de uma data única para acontecimentos extraordinários simplifica o processo indevidamente e tende a colocar os cidadãos na posição de espectadores diante do “espetáculo do fim do mundo”, o que é inteiramente equivocado.<br />
Não há nem pode haver espectadores na atual transição planetária, que é na verdade um despertar em escala global. Os pensamentos e as ações de cada ser humano fazem parte da grande força resultante que determina a qualidade e o modo exato da mudança. Deixando de lado a busca do espetáculo externo, devemos assumir nossas responsabilidades pessoais pela transformação e cultivar a arte de agir corretamente, tanto no plano individual como no plano coletivo.<br />
A marcação de uma data precisa e única para o “fim do mundo” ou para qualquer transição mundial súbita resulta da ansiedade pessoal de pessoas desinformadas. A observação isenta da evolução humana confirma a tese da filosofia esotérica: as transições de era ocorrem gradualmente e ao longo de séculos. O tema dos ciclos de evolução merece uma investigação calma e atenta. Para isso, a filosofia teosófica original possui uma vasta literatura de grande valor, algo que todo leitor pode e deve verificar por si mesmo.<br />
Segundo a teosofia, os limites numerológicos entre as eras, assim como o início e o final dos períodos de transição, são dados matemáticos abstratos. Em torno destes limites, desdobra-se uma transição cármica que possui um ritmo próprio. As eras e ciclos são como a escada e o corrimão que sinalizam o caminho e dão o rumo para que a evolução faça a subida até novos patamares de consciência. Escada e corrimão – o plano divino da evolução – dão as condições e o apoio necessários. Mas não predeterminam exatamente de que modo o peregrino, a humanidade, avançará pelos degraus. Vejamos mais algumas poucas informações a respeito, em sete pontos numerados.<br />
1) Em sua obra “A Doutrina Secreta”, H. P. Blavatsky afirma que os períodos de transição entre uma era e outra correspondem a dez por cento da duração da era.<br />
2) Em outro contexto, H.P.B. escreveu que o início da era de Aquário ocorre no ano de 1900. A duração da era de Peixes e da era de Aquário é de 2.155 anos, segundo a filosofia esotérica. Calculando os dez por cento, podemos deduzir que há um período de transição de 215 anos e meio entre as duas eras, que deve ser dividido em duas metades, uma anterior e a outra posterior ao ano de 1900.<br />
3) A metade exata de 215 anos e meio fica entre 107 e 108 anos, quase chegando a 108. O número 107 corresponde a um dos ciclos ocultos mencionados nas “Cartas dos Mahatmas”. O número 108, por sua vez, é sagrado na Índia. Há 108 contas no rosário hindu e budista. Há 108 Upanixades. Atribui-se ao número 108 um significado astronômico ligado à lua. Os budistas veneram 108 Arhats ou sábios. O número 108 tem importância especial para a Cabala e a tradição hermética ocidental. [2]<br />
4) Retrocedendo 108 anos a partir do ano de 1900, encontramos o ano de 1792. Naquele momento a revolução francesa estava em sua plenitude, e a revolução norte-americana de 1776 havia-se consolidado havia pouco. A transição para a era de Aquário começa com os ideais libertários e fraternos daquelas duas revoluções, e também, sem dúvida, com o humanismo iluminado do filósofo Immanuel Kant, no mundo germânico. No Brasil, cabe lembrar, o herói e visionário aquariano da independência nacional, alferes Tiradentes, é morto em 1792.<br />
5) Por outro lado, se somarmos 108 ao ano de 1900, teremos o ano de 2008, um ano em que o despertar da consciência planetária já estava ocorrendo em grande escala. Portanto, do ponto de vista esotérico, a transição foi completamente terminada e estamos em plena era de Aquário. Faltam agora alguns acertos cármicos no plano visível, que podem ser mais ou menos difíceis.[3]<br />
6) É certo que não há um “momento único de transição total”. Nem existirá necessariamente uma grande catástrofe súbita. Catástrofes globais não estão descartadas entre 2009 e 2025. Mas a marcação de datas para um suposto “momento único” não desperta nem esclarece pessoa alguma. Apenas cria uma curiosidade ansiosa sobre fatos espetaculares, mas imaginários, e reduz as pessoas à condição de espectadores passivos.<br />
7) Na verdade, é através da confiança no futuro de longo prazo, e do calmo bom senso, que despertamos para a ação correta no presente. O momento histórico que vai de 2008 a 2025 estimula o despertar de cidadãos planetários ativos, que vivenciem um sentimento lúcido de co-responsabilidadepela transição mundial. Necessitamos de cidadãos dotados de uma visão de longo prazo e construtiva. A nova consciência planetária deve ser realista e capaz de atuar no mundo, mas deve estar ligada à prática do estudo e da contemplação das grandes verdades universais. E a nova consciência não pode ser separada do exercício diário do bom senso.<br />
NOTAS:<br />
[1] Veja as profecias equivocadas para o final da década de 1990, no livro intitulado “2012 – A Profecia Maya”, de Alberto Beuttenmuller (Ed. Ground, SP, 1996, 286 pp.). Examine também a nota publicada a respeito na revista “Veja” de 4 de fevereiro de 2009, pp. 90-91.<br />
[2] “Espiritualidade Através dos Números”, de Georg Feuerstein, Ed. Siciliano, 218 pp., 1994, pp. 194-195.<br />
[3] Para um enfoque teosófico mais amplo da atual transição mundial em relação aos ciclos e eras da evolução humana, veja o artigo “The Hundred-Year Cycle and the Twilight of the Pisces Age” de Carlos Cardoso Aveline, publicado na revista internacional “FOHAT”, Canadá, edição de inverno de 2008-2009 (verão de 2008-2009 no Brasil), pp. 82 e seguintes. O texto também está publicado na seção “Climate Change and the New Planetary Cycle”, do website www.filosofiaesotérica.com , sob o título “The Twilight of the Pisces Age”.<br />
000000000000000000000<br />
Os interessados em um estudo regular da teosofia original devem escrever para lutbr@terra.com.br e perguntar como é possível acompanhar os trabalhos do e-grupo SerAtento, de YahooGrupos</p>
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		<title>Um Vasto Campo de Estudos</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 11:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Teosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Literatura da Teosofia Original
Pergunta:
Em seus estudos, o e-grupo SerAtento dá um destaque especial às “Cartas dos Mahatmas”, a “Ísis Sem Véu” e “A Doutrina Secreta”, de H.P.B. Qual é o motivo disso?
Comentário:
 
A bibliografia  e o campo de interesse do estudante de teosofia devem ser  variados. O teosofista estuda a sabedoria universal, cujo horizonte  é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=435&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:justify;"><span style="font-size:24px;">A Literatura da Teosofia Original</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong>Pergunta:</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Em seus estudos, o e-grupo <strong>SerAtento</strong> dá um destaque especial às “Cartas dos Mahatmas”, a “Ísis Sem Véu” e “A Doutrina Secreta”, de H.P.B. Qual é o motivo disso?</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong>Comentário:</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">A bibliografia  e o campo de interesse do estudante de teosofia devem ser  variados. O teosofista estuda a sabedoria universal, cujo horizonte  é tão vasto quanto os limites do saber humano.  Por outro lado, podemos dizer que as três obras citadas formam uma grande Tríade luminosa – um triângulo de fontes de inspiração. Se a elas somarmos “A Voz do Silêncio” (de HPB)  e  “Luz no Caminho” (de Mabel Collins) – dois tratados místicos –  teremos um pentagrama.  Com  “A Chave para a Teosofia”, chegamos a um hexagrama, a estrela de seis pontas –  ou dois triângulos entrelaçados.  E isso não é tudo. A estrela de seis pontas tem no seu centro um sétimo elemento, que é oculto, mas decisivo. O centro desta nossa  “estrela bibliográfica” pode  ser dinâmico. Dependendo do temperamento de cada estudante, o Centro pode ser ocupado por qualquer uma das obras citadas ou pelas coleções de textos curtos de H.P. Blavatsky.   Em torno desta estrela setenária essencial  há numerosas obras de valor, que se somam a ela e ampliam sua luz  sem fazer com que ela desapareça. É o caso de  “O Oceano da Teosofia”, de William Judge. É o caso do “Bhagavad Gita”, do “Dhammapada”, do “Tao Te King”, dos Upanixades,  do “Dnyaneshwari”, dos “Aforismos de Ioga” e de tantas outras grandes obras das diversas religiões e filosofias,  orientais e ocidentais. Em última instância, todo conhecimento humano que está ligado à ética  faz parte do Oceano da teosofia.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Como escola de pensamento, a teosofia original propõe uma visão abrangente e evolutiva do ser humano e do universo. A teosofia autêntica decodifica para o estudante cada corrente de pensamento ou religião, cada cultura e cada dogma. Ela faz o trabalho de chave multidisciplinar universal. Isto é algo que apenas ela consegue fazer. Os imitadores da teosofia propõem caminhos mais fáceis, mas que não levam a lugar algum.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Se o estudante tomar em suas mãos as edições originais de “A Doutrina Secreta” e “Ísis Sem Véu”, ele  terá cerca de 3.000 páginas de uma sabedoria que ensina a decodificar as visões setoriais e parciais da vida e do universo. O estudo destas páginas liberta a alma para a compreensão do todo. As Cartas dos Mestres dão a chave do discipulado ou aprendizado individual. Há também os 15 volumes dos &#8216;Collected Writings&#8217; de H.P.B., e as coleções das duas revistas mensais que H.P.B. editou na Índia e em Londres, as quais incluem numerosos artigos que não são de H.P.B. e possuem enorme valor. Também há alguns  livros de peso de outros autores, entre eles Damodar Mavalankar e Subba Row.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Este conjunto complexo forma um corpo de textos filosóficos sem igual na história humana.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">O que chegaria mais perto da teosofia do século 19 são os diálogos de Platão, no Ocidente. Esta é outra obra relativamente ampla e abrangente. Mas Platão não decodifica sequer 5% do que HPB decodifica da sabedoria universal.  Ao contrário,  é H.P.B. quem  explica não só a obra de Platão, mas também os outros campos do saber filosófico, religioso e cientifico.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">No Oriente, o que chegaria mais perto do ensinamento de H.P.B., em termos de obra de grande porte  e abrangente,   seriam os Vedas hinduístas, por um lado, e o Tripitaka, o cânone budista, por outro. Mas tanto os Vedas como o Tripitaka são de um simbolismo obscuro –  salvo exceções. Para serem compreendidos,  dependem obviamente de um ponto de vista ou chave  que é dada, não por acaso, por “A Doutrina Secreta” e “Ísis Sem Véu”.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Lao-tzu e Confúcio são outras fontes importantes. Mas eles não têm  a abrangência e a profundidade dos Vedas, de Platão, do Tripitaka (Cânones Budistas) ou de H.P.B.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Entre as grandes escrituras, o Talmude judaico é vasto em tamanho e importância. Ele é tão grande quanto uma enciclopédia de grande porte e é pouco conhecido fora dos círculos rabínicos. Possui grande valor, é respeitável, tem uma ótima ética filosófica,  mas não pode ser comparado  ao conhecimento oriental.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">As chaves do conhecimento humano estão no Oriente. A obra de HPB é essencialmente oriental. Como a própria alma de H.P.B, ela se situa em última instância naquele Oceano de Sabedoria que é a  origem e o destino de todas as tradições de conhecimento antigas e modernas.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Naturalmente, o movimento teosófico não é uma igreja. O que se afirma nos parágrafos anteriores não pode ser visto como objeto de crença ou de fé. O significado da obra de H.P.B. na história da literatura humana é algo que cada um deve verificar por si mesmo. O pesquisador isento verá que não há  nada nem remotamente comparável à literatura teosófica original,  gerada entre 1875 e 1891.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">É importante levar em conta que, ao lado da literatura de HPB, preservou-se um pequeno núcleo dinâmico de estudantes que vivem o &#8216;clima&#8217; da compreensão do ensinamento,  e que hoje está organizado em cerca de 15 países.  Esta comunidade informal de estudantes da teosofia autêntica constitui uma espécie de <span style="text-decoration:underline;"><strong>ashram</strong></span> ou espaço comum de aprendizes – ; um <span style="text-decoration:underline;">ashram</span> que possui a sua essência nos planos superiores de consciência.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Felizmente, já temos em língua portuguesa um trabalho  ligado a este processo aberto de  investigação, estudo e compreensão da teosofia original. O trabalho leva em conta que em filosofia esotérica não há mérito em dizer “amém” ao que se ouve ou lê.  Vale a pena ver por si mesmo,  e dialogar e examinar tudo, contextualizando sempre cada uma das percepções.  O modo de trabalhar tem como princípio básico a autonomia solidária. Cada axioma da filosofia esotérica deve ser testado com independência pelo estudante.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-large;">Crises Geológicas Provocam Renovação</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:large;"><span style="font-family:Arial;">A  Dinâmica  Planetária Impede o Avanço Para o Pior</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Assim como o indivíduo humano, um planeta possui sete níveis de consciência. O mesmo ocorre com cada civilização. Espírito e matéria não estão separados: a evolução geológica da Terra avança paralelamente à evolução psicológica dos homens que respiram sua atmosfera, bebem sua água e se alimentam dos frutos do seu solo. Quando a base ética e espiritual de uma civilização se esgota,  este é um indício seguro de que a sua base ecológica e a sua base geológica estão igualmente exauridas. A recíproca é verdadeira: também se pode perceber o estado da ética e da espiritualidade de uma civilização pelo modo como ela convive com  a natureza. É preciso saber se ela preserva a harmonia, ou se ela prepara a sua destruição ao romper o equilíbrio ambiental.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Abordando as grandes mudanças cíclicas e geológicas da Terra, um raja-iogue escreveu a um cidadão inglês do século 19:</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong>“Quando a sua raça  − a quinta − houver alcançado o seu zênite de intelectualidade <em>física</em>, e desenvolvido a civilização mais elevada (lembre da diferença que nós estabelecemos entre civilizações <em>físicas</em> e <em>espirituais</em>), incapaz de elevar-se em mais nada, seu avanço em direção ao mal  <em>absoluto</em> será interrompido (como seus antecessores, os lemurianos e atlantes foram interrompidos em sua marcha no mesmo rumo) por uma destas mudanças cataclísmicas; sua grande civilização será destruída; e todas as sub-raças <em>desta</em> raça serão vistas decaindo ao longo dos seus respectivos ciclos, depois de um curto período de glória e aprendizado.” [1]</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">O século 21 não verá um evento de tamanha magnitude como o mencionado neste trecho das Cartas. Mas o que ocorre em grande escala também ocorre em pequena escala.  Pequenos ciclos reproduzem grandes ciclos.  A  crise geológica em que nossa civilização está ingressando  não se relaciona com o ciclo do conjunto da quinta raça, mas apenas com o ciclo mais breve da quinta sub-raça da quinta raça.  Mesmo assim, ele apresenta em menor escala as mesmas características do grande ciclo, e é possível que seja suficientemente radical para mudar por completo o rumo da civilização humana, afastando-a do materialismo eticamente cego e colocando-a outra vez no caminho da ética e da sabedoria.  Não há, porém, data marcada. As mudanças geológicas ocorrem gradualmente, impulsadas  por uma longa série de eventos.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">NOTA:</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">[<strong>1</strong>] “Cartas dos Mahatmas Para A.P. Sinnett”,  Ed. Teosófica, volume II, Carta 93B, p. 120.</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><span style="font-size:large;">Dois Instrumentos Inseparáveis:</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-large;">Senso Crítico e Pensamento Positivo</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong>Estudante A:</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Para alguns, o caminho espiritual parece ser feito exclusivamente de pensamentos positivos. Mas, neste caso, como será possível  identificar e corrigir os erros e defeitos?</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong>Estudante B:</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">O  estudante que preserva o seu bom senso não perde o sentido crítico. Uma visão exotérica e  emocional do caminho prefere  acreditar na  proposta ingênua de fazer de conta que o mundo é uma maravilha. Mas para cada ingênuo há um espertalhão, quando não é o espertalhão que se faz passar por ingênuo.  O aprendiz que  aprende a agir com discernimento desafia as rotinas mentais. Ele mostra as falhas dos sistemas eclesiásticos e da ciência convencional, e propõe as práticas corretas. Ele não teme apontar os erros que devem ser corrigidos, embora saiba que será testado por isso. Ele sabe que não há aprendizado sem testes.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong>Estudante A:</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Mas qual é a diferença entre o espírito crítico e o pensamento negativo? Quando é que termina um e começa o outro?</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"><strong>Estudante B:</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Uma <span style="text-decoration:underline;">primeira</span> característica fundamental do bom espírito crítico está na intenção. O aprendiz fala dos erros com o propósito interior de que eles sejam corrigidos. A sua intenção não é destruir. As suas críticas nunca se dirigem a pessoas, mas a fatos e ações. E a  crítica ao que é externo anda junto com uma auto-crítica honesta. Uma <span style="text-decoration:underline;">segunda</span> característica é que o espírito crítico saudável dá o apoio e o realismo necessários  ao pensamento positivo, para que ele possa ter eficiência prática.  Quem possui bom senso sabe que o pensamento positivo é o fundamental e o sentido crítico é o secundário. Uma<span style="text-decoration:underline;">terceira</span> característica é que o espírito crítico, quando unido ao pensamento positivo, leva o estudante à ação construtiva de longo prazo,  com discernimento e confiança no futuro. A confiança no futuro resulta do contato ampliado com a alma imortal. Ela  permite olhar os  erros de frente sem cair no pessimismo.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Do mesmo modo que um bom médico não faz de conta que o paciente está bem, se o paciente está doente – mas anuncia com honestidade que será necessário este ou aquele tratamento doloroso para superar a doença –,  também a teosofia original não finge que tudo está bem com nossa civilização. Ela mostra honestamente o caminho para corrigir o rumo.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Não há melhor carma do que o pensamento voltado ativamente para o bem da humanidade.  Quem deseja o bem da humanidade e é estudante da sabedoria universal faz três coisas básicas:</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">1) Ele formula ou ajuda a formular um diagnóstico adequado.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">2) Ele chega a um prognóstico (uma  proposta saudável de futuro).</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">3) Ele trabalha pela superação das causas do sofrimento; e também pela construção do que é novo.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">O pensamento correto não está na superfície da mente ou na simples fala. Sabemos que as palavras amáveis ocultam frequentemente segundas e terceiras intenções. Se palavras agradáveis  fossem suficientes, não haveria qualquer diferença entre o sábio e o mentiroso. Em filosofia esotérica, pensamento correto é aquele que surge de uma Intenção interior que é nobre e elevada.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Assim, o pensamento severo e a fala crítica podem ser corretos.  O pensamento agradável e a fala mansa podem ser causadores de grande mau carma e sofrimento.  É a motivação do indivíduo perante a vida, a sua meta central e suas metas auxiliares –  assim como os seus hábitos de pensamento, sentimento e ação – que direcionam e dão valor real ao que ele pensa e diz.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Vale sempre o contexto: quando o Jesus do Novo Testamento denuncia frontalmente os “sepulcros caiados” do clero profissional, ou quando ele expulsa os comerciantes do templo, o seu discurso e seu pensamento têm efeitos positivos, porque a Intenção  é nobre.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;"><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="font-family:Arial;font-size:large;">O Teosofista</span> &#8211; Notas e Informações Sobre Teosofia e o Movimento Esotérico</strong></span></span></span></div>
<p style="text-align:justify;">
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			<media:title type="html">Neófito da Luz</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>A Religião Aquariana</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 11:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Hermetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Teosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um Sonho Antigo Pode Florescer no Século 21


Como será a religiosidade do futuro? E qual será o papel do Brasil – tradicionalmente chamado de “o país do futuro” –  no processo do seu surgimento?
Não há uma resposta pronta para a segunda pergunta, mas a questão é oportuna. Ela deve ser investigada e debatida pelos pioneiros [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=432&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:justify;"><span style="font-size:18px;">Um Sonho Antigo Pode Florescer no Século 21</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:18px;"><br />
</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Como será a religiosidade do futuro? E qual será o papel do Brasil – tradicionalmente chamado de “o país do futuro” –  no processo do seu surgimento?</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Não há uma resposta pronta para a segunda pergunta, mas a questão é oportuna. Ela deve ser investigada e debatida pelos pioneiros interessados no tema.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Em relação à primeira pergunta, a teosofia clássica ensina que a religião do futuro será planetária. Ela não terá dogmas ou rituais. Ela será desburocratizada. Estará  aberta à livre expressão individual  e isenta de sacerdotes assalariados. A religião do futuro será uma religião-filosofia. Sem donos ou papas, ela respeitará a diversidade cultural dos povos e será uma religião da natureza. Levando em conta que a vida está dinamicamente presente em tudo o que existe, ela ensinará a unidade e a harmonia entre o espírito e a matéria. Ela também ensinará que a consciência dirige a matéria e não o contrário. A  base desta religião será a compreensão prática do fato da fraternidade universal.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Nas obras de <strong>Helena Blavatsky</strong> e nas <strong>Cartas dos</strong> <strong>Mahatmas</strong> encontramos uma formulação moderna e abrangente da religião do futuro. Pouco antes de Blavatsky, Eliphas Levi ajudou a preparar o seu enunciado. Porém, no plano do espírito,  as bases da religião do futuro vêm sendo construídas há milênios. A ideia da cidadania planetária era proposta por Pitágoras e  Demócrito na Grécia antiga, e também por Lúcio Sêneca no império romano.  Demócrito afirmava que a pátria da boa alma é todo o universo.[<strong>1</strong>]  O imperador romano Marco Aurélio agia conforme a religião do futuro. E muito antes de Marco Aurélio, o imperador  Ashoka fez o mesmo na Índia. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">À medida que passava o tempo, o sonho se tornava mais concreto. O iluminismo do final do século 18 foi um ponto forte do processo. Em 1795, Immanuel Kant propôs a religião do futuro ao escrever o seu tratado sobre a paz perpétua. Este foi o primeiro rascunho e a concepção inicial do que é hoje a Organização das Nações Unidas.[<strong>2</strong>]  Karl Dietrich Krause, o filósofo kantiano alemão, aprofundou a proposta da fraternidade universal.  Inúmeros pensadores e ativistas  trabalharam nesta linha ao longo do tempo; mas, para florescer, a religião do futuro ainda terá que derrubar o muro separatista dos dogmas sustentados pelas igrejas e seitas das diversas religiões. Será preciso fazer isso de modo fraterno. As chaves para o cumprimento desta tarefa foram estabelecidas no século 18. O livro &#8216;História da Civilização Ocidental&#8217;, de Edward McNall Burns [<strong>3</strong>],  descreve da seguinte maneira o Deísmo, uma das principais correntes filosóficas do iluminismo: </span></span></p>
<p><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;"> </span><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">“A mais notável filosofia religiosa [do Iluminismo] foi o deísmo. Parece que quem deu origem a esta filosofia foi um inglês de nome Lord Herbert of Cherbury (1583-1648). No século XVIII, as doutrinas deístas foram propagadas por homens como Voltaire, Diderot e Rousseau, na França; Alexander Pope, Lord Bolingbroke e Lord Shaftesbury , na Inglaterra; e Thomas Paine, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson, na América. Não satisfeitos em condenar os elementos irracionais da religião, os deístas chegaram à denúncia de qualquer forma de fé organizada. O cristianismo não foi mais poupado que as outras religiões. As religiões instituídas eram estigmatizadas como instrumentos de exploração, que velhacos espertos tinham inventado para possibilitar-lhes a manipulação das massas ignorantes. Voltaire dizia: ‘O primeiro teólogo foi o primeiro espertalhão que encontrou o primeiro tolo’.”[<strong>4</strong>] </span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Voltaire é conhecido por sua maneira irreverente de escrever. Os deístas acreditavam em “Deus”. Porém o seu conceito de Deus correspondia ao que a teosofia universal chama de <span style="text-decoration:underline;">Lei Universal</span> ou<span style="text-decoration:underline;">Princípio Supremo</span>.  Trata-se de algo impessoal, destituído de atributos,  e sobre o qual é inútil especular verbalmente ou com o raciocínio convencional do hemisfério cerebral esquerdo. Este mesmo princípio abstrato é chamado de <span style="text-decoration:underline;">Tao</span> no primeiro verso do clássico chinês “Tao Te King”.</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">Edward Burns prossegue:</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">“Os objetivos dos deístas não eram porém todos destrutivos. Não se interessavam somente em destruir o cristianismo, mas em construir uma religião mais simples e mais natural para substituí-la. Os dogmas fundamentais dessa nova religião eram mais ou menos os que se seguem: <strong>1</strong>) Há um Deus que criou o universo e ordenou as leis naturais que o controlam; <strong>2</strong>) Deus não intervém nos negócios do homem, neste mundo: ele não é um Deus caprichoso, como o deus dos cristãos e judeus, que dá  ‘uma oportunidade para o bem e outra para o mal’, segundo seus caprichos momentâneos; <strong>3</strong>) Oração, sacramento e ritual são meros absurdos inúteis; Deus não pode ser enganado ou subornado para violar as leis naturais em benefício dos indivíduos particulares; o homem é dotado de livre arbítrio para escolher entre o bem e o mal; não há predestinação para alguns serem salvos e outros serem condenados, mas as recompensas e as punições (….) são determinadas unicamente pela conduta terrena do indivíduo.” </span></span></p>
<p><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">O deísmo defendido por Thomas Paine,  Benjamin Franklin, Thomas Jefferson, Denis Diderot e Jean-Jacques Rousseau  propunha claramente  uma religião universal.  Edward Burns  escreveu:</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">“&#8230;. O deísmo era bastante diferente do supernaturalismo racionalista. Enquanto os expoentes deste último ainda adotavam a crença na revelação,  em milagres e na racionalidade do cristianismo,  os deístas desfizeram-se de tudo que não concordava com suas ideias de religião<em> <strong>natural</strong> . </em>Afirmavam que todo mortal inteligente que seguisse a orientação da razão chegaria por fim a acreditar num Deus criador, em futuras recompensas e punições e em leis naturais e morais.  Desse modo, o deísmo era tido como uma religião <em><strong>universal</strong></em> aplicável a todas as condições e climas e passível de ser descoberta tanto pelo sábio chinês como pelo nativo astuto da floresta virgem. O cristianismo era desprezado como não sendo melhor que o islamismo e, mesmo, como sendo um pouco pior, dada a malícia do seu clero e sua maior carga de dogmas místicos. Por outro lado, muitos dos deístas dedicavam profunda admiração ao nobre caráter de Jesus e alguns até tentaram provar que também ele era um deísta. Voltaire pensava ser um insulto chamar Jesus de cristão.”</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">A proposta de uma religião da ética universal foi enriquecida ao longo dos séculos 19 e 20. Albert Einstein, Teillard de Chardin, Mahatma Gandhi e inúmeros cidadãos de boa vontade ajudaram a prepará-la.  Quanto tempo falta para que  seja concluída a tarefa da sua construção?   Não sabemos exatamente, mas a realização deste velho projeto parece estar mais próxima do que nunca.  É possível que o sonho não tenha que esperar até o século 22 para ser realizado.</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">(<span style="text-decoration:underline;">Um Estudante de Teosofia</span>)</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">NOTAS:</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">[<strong>1</strong>] “Los Filósofos Presocráticos”, Leucipo y Demócrito,  Planeta deAgostini, Editorial Gredós, España, 1998, 308 pp., ver p. 247. </span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">[<strong>2</strong>] “À Paz Perpétua”, Immanuel Kant, L &amp; PM Pocket, Porto Alegre, 2008, 85 pp. </span></span><br />
<span style="font-family:'Times New Roman';font-size:medium;">[<strong>3</strong>] </span><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">“História da Civilização Ocidental”, de Edward McNall Burns, Editora Globo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo,1948, 958 pp., ver pp. 552-553</span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">[<strong>4</strong>] “Dicionário Filosófico”, Voltaire, verbete “Religião”. (Nota de Edward McNall Burns</span></span><span style="font-family:'Times New Roman';"><span style="font-size:medium;">)</span></span></div>
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		<title>Retomando a Tarefa dos Iluministas do Século 18</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 22:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Iluminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Teosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Os problemas de convivência humana que há hoje em lugares como Israel, Palestina, Iraque e Afeganistão – assim como a decadência ética e ecológica da civilização cristã como um todo –  indicam claramente  pelo menos uma coisa: o filósofo francês Paul Henri Thiry, o barão d’Holbach (1723-1789),  tem algo de grande importância a dizer para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=428&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><span style="font-size:x-large;"><strong>O</strong></span>s problemas de convivência humana que há hoje em lugares como Israel, Palestina, Iraque e Afeganistão – assim como a decadência ética e ecológica da civilização cristã como um todo –  indicam claramente  pelo menos uma coisa: o filósofo francês Paul Henri Thiry, o barão d’Holbach (1723-1789),  tem algo de grande importância a dizer para os habitantes do século 21. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">D’Holbach foi um dos principais enciclopedistas franceses do século 18. Em sua casa, em Paris, se reuniam alguns dos maiores filósofos do iluminismo. Vale a pena examinar o seu pensamento. D&#8217;Holbach questionava a existência de Deus, e neste sentido ele era um ateu. Porém devemos lembrar que as religiões filosóficas, como o  taoísmo e o budismo,  tampouco trabalham com o conceito de Deus. D’Holbach era considerado materialista,  porque afirmava que existe uma identidade fundamental entre matéria e espírito.  Mas nisso ele também não estava só. A  identidade fundamental entre espírito e matéria  é um dos princípios e axiomas centrais da filosofia esotérica original. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">Em que contexto viveu e escreveu  d’Holbach? Como era a segunda metade do século 18? O clero cristão ignorava a filosofia não-violenta do Jesus do Novo Testamento para  justificar e abençoar em todo o mundo a escravidão dos negros,  o massacre das tribos indígenas, a miséria dos trabalhadores, a violência contra os judeus, os abusos do colonialismo e as guerras nacionalistas.  Na França, o povo passava fome.  O clero católico e a nobreza negavam todo direito humano. A sangrenta revolução de 1789 não surgiu por acaso. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">É  preciso admitir que o cristianismo protestante da Inglaterra nunca caiu ao nível do catolicismo jesuítico. No país de Shakespeare, assim como em suas  colônias  e ex-colônias, sempre houve muito mais ética e tolerância que nos países que sofriam a influência direta do Vaticano.  Isso explica a vantagem histórica dos Estados Unidos em relação a outros países das Américas.  Naquela ex-colônia, a influência católica era pequena. Isso possibilitou uma admirável liberdade e diversidade religiosa. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">Com a exceção da Inglaterra e da sua área de influência direta, a teocracia do Vaticano era perigosamente dominante. A ordem dos jesuítas promovia conspirações mortais contra reis. Ela usava métodos brutais de espionagem. Seus crimes provocavam revolta. Quando o carma do abuso amadureceu, a Ordem dos jesuítas passou a ser fechada em um país depois do outro, e  por fim foi extinta oficialmente em todo o mundo pelo próprio Vaticano. No território luso-brasileiro, a administração do Marquês de Pombal marcou ao mesmo tempo a época do Iluminismo e a desgraça dos jesuítas. A Companhia de Jesus só foi reaberta várias décadas depois, já no século 19. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">Do ponto de vista da doutrina esotérica dos ciclos, foi na última quarta parte do século 18 que começou a transição para a era de Aquário. A revolução francesa de 1789 proclamou ao mundo os ideais tipicamente aquarianos de Liberdade, Igualdade e Fraternidade.  É compreensível, pois,  que naquele momento histórico o livre-pensamento dos iluministas franceses  desmistificasse a velha ideia medieval de um deus monoteísta, pessoal, manipulador, que abençoa guerras sangrentas e em nome do qual os cristãos ficam autorizados a mentir e matar. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">A história humana avança em espiral. O Iluminismo do século 18 avançou até certo ponto. Cem anos depois dos enciclopedistas, o questionamento da ilusão monoteísta  foi retomado fortemente por Helena Blavatsky e seus colaboradores a partir de 1875. O objetivo era libertar o pensamento ocidental das superstições da idade média, e o esforço acontecia sob a orientação direta de dois ou três raja-iogues dos Himalaias, conforme está amplamente documentado na literatura teosófica original.  Não é por acaso que, ao comentar no final do século 19 a ideia de um deus monoteísta,  um destes Mestres mencionava o barão d’Holbach. O instrutor escreveu: </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:medium;"><strong>“O Deus dos teólogos é simplesmente um poder imaginário, <em>un loup garou</em></strong> [um bicho-papão],  <strong>na expressão de d’Holbach. Nossa principal meta é libertar a humanidade deste pesadelo, ensinar ao homem a virtude pelo bem da virtude, e ensiná-lo a caminhar pela vida  confiando em si mesmo, ao invés de  depender de uma muleta teológica que por eras incontáveis foi a causa direta de quase toda a miséria humana”. [1]</strong> </span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">O deus dos teólogos é portanto uma muleta e um pesadelo.  Uma das  metas do movimento teosófico é mostrar claramente este fato à humanidade. Em outra ocasião, o Mestre afirma : </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:medium;"><strong>“Estranhamente, descobri  um escritor europeu – o maior materialista em sua época, o barão d’Holbach – cujos pontos de vista coincidem inteiramente com os da nossa filosofia.  Ao ler o <em>seu Sistème de la Nature</em>,  eu poderia ter imaginado que tinha o nosso livro de Kiu-te diante de mim”. [2]</strong> </span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">Estas enfáticas afirmações do Mestre não deixam lugar a dúvida. Considerando que o  livro de Kiu-te está fora do alcance do público e só é conhecido em parte e indiretamente mesmo pelos estudantes mais sérios de teosofia, a conclusão natural  é que o pensamento de d&#8217;Holbach deve ser reconhecido como pelo menos muito importante para os que se interessam pela filosofia esotérica. No entanto, d&#8217;Hollback é ainda hoje quase completamente desconhecido. Como um pequeno estímulo e um primeiro passo na direção de preencher esta lacuna, traduzimos a seguir sete  fragmentos expressivos da obra deste pensador. [<strong>3</strong>]  As referências bibliográficas específicas vão ao final de cada trecho. Os subtítulos são nossos. Diz o barão d&#8217;Holbach: </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:medium;"><span style="font-family:Times New Roman;"><strong>1.  Religião e Apego</strong></span> </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">* Na maior parte dos casos, os homens só se apegam à sua religião por hábito.  Eles jamais examinam seriamente as razões pelas quais adotaram sua religião, nem os motivos da sua conduta, nem os fundamentos das suas opiniões. Desde modo, a coisa que eles consideram mais importante para eles tem sido sempre aquilo que eles mais temem aprofundar. Eles seguem o caminho que seus pais traçaram para eles.  Eles crêem porque na infância lhes disseram que é necessário crer; eles têm esperança porque seus ancestrais tiveram esperança; eles tremem porque os seus antecessores tremeram; eles quase nunca se dignam a dar-se conta dos motivos da sua crença. […..] É assim que as opiniões religiosas, uma vez adotadas, se mantêm durante uma longa sequência de séculos. É assim que, era após era, os povos retransmitem ideias que jamais foram examinadas. Eles crêem que a sua felicidade está ligada a instituições que, se forem examinadas mais de perto, se revelarão como a fonte da maior parte dos seus males.  A autoridade ainda vem em ajuda dos preconceitos dos homens; ela lhes impede de fazer o exame; ela os força à ignorância; ela está sempre disposta a punir todo aquele que tentar rejeitar a ilusão. […..] No entanto, nós  encontramos em todos os séculos homens que, livres dos preconceitos dos seus co-cidadãos, ousaram mostrar a verdade. Mas o que pode a sua voz fraca contra os erros que são absorvidos desde a primeira infância, confirmados pelo hábito, autorizados pelo exemplo, e fortalecidos por uma política que é frequentemente cúmplice da sua própria ruína?   As vozes imponentes da impostura reduzem logo ao silêncio aqueles que querem protestar em nome da razão.  [ Da obra “Le Christianisme Dévoilé” (1761), edição de Londres, 1776,  pp. 2-6.] </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong>2. Superstição e Maus Hábitos </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">* É nos países em que a superstição tem mais poder que nós encontramos sempre os piores hábitos.  A virtude é incompatível com a ignorância, a superstição, o escravismo. [...]  Para a formação dos homens, para que se tenha cidadãos virtuosos, é preciso instruí-los,  mostrar-lhes a verdade, falar-lhes através da razão, fazer com que sintam os seus interesses, para que aprendam a respeitar a si mesmos e a ter medo da vergonha. É preciso estimular neles a ideia de uma verdadeira honra, fazer com que conheçam o prêmio da virtude e os motivos de praticá-la. Como aprender estes efeitos da felicidade através de uma religião que os degrada, ou da tirania que busca apenas amansá-los, dividi-los, e mantê-los na indignidade? [Da obra “Le Système de la Nature”, edição Ledoux, 1821, volume 2, p. 352 .]</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong>3.  Religião Agressiva</strong> </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">* Uma religião cujos preceitos tendem a tornar os homens intolerantes, os reis perseguidores, e os súditos escravos ou rebeldes; uma religião cujos dogmas obscuros são motivo para eternas disputas; uma religião cujos princípios desencorajam os homens e os afastam da ideia de sonhar com seus verdadeiros interesses –;  uma tal religião, digo eu, é destrutiva para o conjunto da sociedade. [“Le Christianisme Dévoilé” (1761), edição de Londres, 1776,   p. 168.]</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong>4.  Os Crimes Autorizados por Deus</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">* Todas as religiões do mundo autorizaram crimes inomináveis. Os judeus, embriagados pelas promessas do seu Deus, atribuíram a si mesmos o direito de exterminar nações inteiras.  Confiantes nos oráculos dos seus deuses, os romanos  conquistaram e devastaram o mundo como verdadeiros assaltantes. Os árabes, encorajados por seu divino profeta, levaram o ferro e o fogo aos cristãos e aos idólatras. Os cristãos, sob o pretexto de divulgar sua santa religião, cobriram de sangue uma centena de vezes os dois hemisférios. [“Le Bon Sens du curé Meslier suivi de son Testament”  (1772), edição Palais des thermes de Julien,  p. 217.]</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong>5.  A Moral e as Virtudes</strong> </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">* Todas as virtudes que o cristianismo admira são exageradas e fanáticas, ou elas tendem apenas a tornar o homem tímido, indigno  e infeliz ; se elas lhe dão coragem, ele se torna obstinado, altivo, cruel e nocivo à sociedade. É assim que ele deve ser, para corresponder à visão de uma religião que despreza a Terra, e que não vê problemas em trazer conflito a ela, para que o seu deus ciumento triunfe sobre os seus inimigos. Nenhuma moral verdadeira pode ser compatível com uma tal religião. [“Le Christianisme Dévoilé”, obra citada,  pp. 139-140.]</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong>6.  A Fonte da Ética </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong> </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">* Basta que os homens reflitam um pouco sobre o que eles são, sobre os seus verdadeiros interesses, sobre a meta da sociedade, para que sintam que eles têm deveres em relação uns aos outros. Boas leis são o suficiente para forçá-los a serem bons, e eles não têm necessidade de que alguém faça as regras descerem do céu, para a sua preservação e a sua felicidade.  A razão é suficiente para que percebamos os nossos deveres em relação aos seres da nossa espécie. Em que ela pode ser ajudada pela religião, que a todo momento a contradiz e a degrada?    [“Le Christianisme Dévoilé”, obra citada,  p. 98.]</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong>7. Os Dois Pilares</strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">* A ignorância e o medo; estes são os dois pilares de toda religião. [ “Le Bon Sens du curé Meslier suivi de son testament”, primeira edição 1772, edição Palais des thermes de Julien, 1802,  p. 37.]</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">Até aqui, o barão d’Holbach. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">É interessante comparar estas citações com uma das cartas mais importantes já recebidas dos Mahatmas. Diz o Mestre: </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"><strong>“É a crença em Deus e nos Deuses que faz de dois terços da humanidade escravos de um punhado daqueles que os enganam com o falso pretexto de salvá-los. O homem não está sempre pronto a cometer qualquer tipo de maldade se lhe disserem que seu Deus ou Deuses exigem o crime − vítima de um Deus ilusório, escravo abjeto de seus ministros astuciosos ? (&#8230;..) Durante dois mil anos a Índia gemeu sob o peso das castas, com os brâmanes engordando só a si mesmos com o melhor da terra,  e hoje os seguidores de Cristo e Maomé estão cortando as gargantas uns dos outros em nome − e para maior glória − dos seus respectivos mitos. Lembre que a soma da miséria humana nunca será diminuída até aquele dia em que a parte melhor da humanidade destruir, em nome da verdade, da moralidade e da caridade universal, os altares dos seus falsos deuses.” [4] </strong></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">Esta última frase constitui uma profecia significativa. É fácil perceber que a  previsão do Mestre não só anuncia o futuro mas retoma –  em um ciclo superior da espiral histórica – a mesma proposta básica dos enciclopedistas franceses. No início do século 21, mais de duzentos anos depois de d&#8217;Holbach, esta  tarefa está por ser completada. A libertação do espírito humano será indispensável – se quisermos que se abra em nosso século o espaço necessário para a religião do futuro. </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">NOTAS<strong> :</strong> </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:medium;">[<strong>1</strong>] “Cartas  dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, Editora Teosófica, Brasília,  edição em dois volumes.  Ver Carta 88, vol. I, p. 55. </span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"> [<strong>2</strong>]  Veja “Cartas  dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, obra citada,  volume II, Carta 93B,  p. 119. O livro de Kiu-te é uma coletânea de textos orientais esotéricos. Entre os seus principais  elementos está “O Livro de Dzyan”, que serviu de base para a estrutura central da obra  “A Doutrina Secreta”,  de H.P. Blavatsky. (Sobre isso, ver  “Collected Writings of HPB”, volume VI, p. 425) </span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:medium;">[<strong>3]</strong> A fonte das citações de d’Holbach é a Wikipédia, e mais precisamente “Citations &#8216;<span style="text-decoration:underline;">Paul Henri Thiry d’Holbach</span>&#8216;  sur Wikiquote, le recueil de citations libre”.  Veja o endereço eletrônico: </span></span><a href="http://fr.wikiquote.org/wiki/Paul_Henri_Thiry_d"><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;">http://fr.wikiquote.org/wiki/Paul_Henri_Thiry_d&#8217;Holbach</span></a><span style="font-family:Times New Roman;font-size:medium;"> .</span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:medium;">[<strong>4</strong>] “Cartas  dos Mahatmas Para A. P. Sinnett”, obra citada, volume II, Carta 88, p. 61. </span></span></div>
<div style="text-align:justify;"><span style="font-size:x-large;"><span><br />
</span></span></div>
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	</item>
		<item>
		<title>Volta às Atividades.</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 16:30:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Misticismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Aranauam a todos.
Venho comunicar a todos que voltarei a postar informações referentes aos mais variados assuntos deste respectivo tema.
Obrigado pelos emails enviados e pelos comentários realizados, confesso que através deles, tive o real incentivo e gratificação para continuar postando.
Meus mais sinceros votos de Paz Profunda.
Neófito da Luz
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Aranauam a todos.</p>
<p>Venho comunicar a todos que voltarei a postar informações referentes aos mais variados assuntos deste respectivo tema.</p>
<p>Obrigado pelos emails enviados e pelos comentários realizados, confesso que através deles, tive o real incentivo e gratificação para continuar postando.</p>
<p>Meus mais sinceros votos de Paz Profunda.</p>
<p>Neófito da Luz</p>
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		<item>
		<title>21 Motivos Para Ser Vegetariano</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 22:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Vegetarianismo]]></category>

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		<description><![CDATA[

 
 Dr. Vernon Coleman


 
1- Evitar carne é um dos melhores e mais simples caminhos para cortar a ingestão de gorduras. A criação moderna de animais provoca artificialmente a engorda para obter mais lucros. Ingerir gordura animal aumenta suas chances de ter um ataque cardíaco ou desenvolver câncer.
2- A cada minuto todos os dias da semana, milhares [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=418&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="color:#ffffff;"><br />
</span></p>
<div><strong><span style="font-family:Verdana;color:#000066;"> </p>
<p align="center"><span style="font-family:Verdana;color:#000066;font-size:small;"><strong><span style="color:#ffffff;"> Dr. Vernon Coleman</span></strong></span></p>
<p align="center"><span style="color:#ffffff;"><br />
</span></p>
<hr /></span></strong> </p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">1- Evitar carne é um dos melhores e mais simples caminhos para cortar a ingestão de gorduras. A criação moderna de animais provoca artificialmente a engorda para obter mais lucros. Ingerir gordura animal aumenta suas chances de ter um ataque cardíaco ou desenvolver câncer.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">2- A cada minuto todos os dias da semana, milhares de animais são assassinados em abatedouros. Muitos sangram vivos até morrer. Dor e sofrimento são comuns. Só nos EUA, 500.000 (meio milhão) de animais são mortos a cada hora!</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">3- Há milhões de casos de envenenamento por comida relatados a cada ano. A vasta maioria é causada pela ingestão de carne.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">4- A carne não contém absolutamente nada de proteínas, vitaminas ou minerais que o corpo humano não possa obter perfeitamente de uma dieta vegetariana.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">5- Os países africanos &#8211; onde milhões morrem de fome &#8211; exportam grãos para o primeiro mundo para engordar animais que vão parar na mesa de jantar das nações ricas.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">6- &#8220;Carne&#8221; pode incluir rabo, cabeça, pés, reto e a coluna vertebral de um animal.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">7- Uma salsicha pode conter pedaços de intestino. Como alguém pode estar certo que os intestinos estavam vazios quando utilizados? Você realmente quer comer o conteúdo do intestino de um porco?</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">8- Se comêssemos as plantas que cultivamos ao invés de alimentar animais para corte, o déficit mundial de alimentos desapareceria da noite para o dia. Lembre-se que 100 acres de terra produzem carne suficiente ara 20 pessoas, grãos suficientes para alimentar 240 pessoas!</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">9- Todos os dias dezenas de milhões de pintinhos de apenas 1 dia de vida são mortos apenas por que não podem botar ovos. Não há regras para determinar como ocorre a matança. Alguns são moídos vivos ou sufocados até a morte. Muitos são utilizados como fertilizantes ou como ração para alimentar outros animais.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">10- Os animais que morrem para a sua mesa de jantar morrem sozinhos, em pânico e terror, em profunda depressão e em meio a grande dor. A matança é impiedosa e desumana.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">11- É muito mais fácil ser e manter-se elegante quando se é vegetariano.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">12- Metade das florestas tropicais do mundo foram destruídas para fazer pasto para criar gado para fazer hambúrguer. Cerca de 1000 espécies são extintas por ano devido à destruição das florestas tropicais.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">13- A cada 6 segundos alguém morre de fome por que pessoas no Ocidente estão comendo carne. Cerca de 60 milhões de pessoas morrem de fome por ano. Todas essas vidas poderiam ser salvas, porque estas pessoas poderiam estar comendo os grãos usados para alimentar animais de corte se só os norte-americanos comessem 10% a menos de carne.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">14- As reservas de água fresca do mundo estão sendo contaminadas pela criação de gado de corte. E os produtores de carne são os maiores poluidores das águas. Se a indústria de carne no EUA não fosse subsidiada em seu enorme consumo de água pelo governo, algumas gramas de hambúrguer custariam US$ 35.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">15- Se você come carne, está consumindo hormônios que foram administrados aos animais. Ninguém sabe os efeitos que estes hormônios causam à saúde. Em alguns testes, um em cada 4 hambúrgueres contém hormônios de crescimento originalmente administrados ao gado.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">16- As seguintes doenças são comuns em comedores de carne: anemias, apendicite, artrite, câncer de mama, câncer de cólon, câncer de próstata, prisão de ventre, diabetes, pedras na vesícula, gota, pressão alta, indigestão, obesidade, varizes. Vegetarianos há longo tempo visitam hospitais 22% menos que carnívoros e por pouco tempo. Vegetarianos têm 20% menos colesterol que carnívoros e isso reduz consideravelmente ataques cardíacos e câncer.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">17- Alguns produtores usam calmantes para manter os animais calmos. Usam antibióticos para evitar ou combater infecções. Quando você come carne, está ingerindo estas drogas. Na América do Norte 55% de todos os antibióticos são dados a animais de corte, e a porcentagem de infecções por bactérias resistentes a penicilina avançou de 13% em 1960 para 91% em 1998.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">18- Num período de vida um comedor de carne médio terá consumido 36 porcos, 36 ovelhas e 750 galinhas e perus. Você deseja tanta carnificina em sua consciência?</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">19- Os animais sofrem dor e medo como nós. Passam as últimas horas de sua vida trancados em um caminhão, encerrados com centenas de outros animais, igualmente apavorados, e depois são empurrados para um corredor da morte ensopado de sangue. Quem come carne sustenta o modo como os animais são tratados.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">20- Animais com um ano de vida são freqüentemente muito mais racionais &#8211; e capazes de pensamento lógico do que bebês humanos de 6 semanas. Porcos e ovelhas são muito mais inteligentes do que criancinhas. Comer esses animais é um ato bárbaro.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">21- Vegetarianos são mais aptos fisicamente do que comedores de carne. Muitos dos mais bem-sucedidos atletas do mundo são vegetarianos.</span></p>
<p align="justify"><span style="color:#ffffff;">O homem implora a misericórdia de Deus, mas não tem piedade dos animais, para os quais ele é um deus. Os animais que sacrificais já vos deram o doce tributo de seu leite, a maciez de sua lã e depositaram confiança nas mãos criminosas que os degolam. Ninguém purifica seu espírito com sangue. Na inocente cabeça do animal não é possível colocar o peso de um fio de cabelo das maldades e erros pelos quais cada um terá de responder.</span></p>
</div>
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		<item>
		<title>RESPONSABILIDADE BÁSICA</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 22:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Hinduísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia Indiana]]></category>
		<category><![CDATA[Osho]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando você começa a ficar responsável em relação a si mesmo, começa a abandonar suas máscaras. Os outros começam a se sentir perturbados, porque eles sempre tiveram expectativas e você satisfazia essas exigências. Agora eles sentem que você está ficando irresponsável.




Quando os outros dizem que você está sendo irresponsável, estão simplesmente dizendo que você está [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=416&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">Quando você começa a ficar responsável em relação a si mesmo, começa a abandonar suas máscaras. Os outros começam a se sentir perturbados, porque eles sempre tiveram expectativas e você satisfazia essas exigências. Agora eles sentem que você está ficando irresponsável.<br />
</span></p>
<div style="text-align:justify;">
<div>
<div>
<p><span style="color:#ffffff;">Quando os outros dizem que você está sendo irresponsável, estão simplesmente dizendo que você está saindo do controle deles. Você está ficando mais livre. Para condenar o seu comportamento, eles o chamam de irresponsável.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Na verdade, sua liberdade está crescendo e você está se tornando responsável. Responsabilidade significa a habilidade de responder. Ela não é uma obrigação que precisa ser satisfeita no sentido comum. Ela é capacidade de responder, sensibilidade.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Porém, quanto mais sensível você se tornar, mais descobrirá que muitas pessoas acham que você está ficando irresponsável &#8211; e você precisa aceitar isso -, porque os interesses delas, os investimentos delas não serão satisfeitos. Muitas vezes você não satisfará as suas expectativas, mas ninguém está aqui para satisfazer as expectativas dos outros.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">A responsabilidade básica é para com você mesmo. Assim, um meditador primeiro se torna muito egoísta. Porém, mais tarde, quando ele ficar mais centrado, mais enraizado em seu próprio ser, a energia começará a transbordar. Mas isso não é uma obrigação, não é que a pessoa precise fazê-lo. Ela adora fazê-lo; trata-se de um compartilhar.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;">Osho<br />
</span></p>
<p><span style="color:#ffffff;"><br />
</span></div>
</div>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>A Encarnação e o Sexo</title>
		<link>http://akhen777.wordpress.com/2009/02/17/a-encarnacao-e-o-sexo/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 21:42:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritismo]]></category>
		<category><![CDATA[Chico Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Emmanuel]]></category>
		<category><![CDATA[Psicografia]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[
  




Pergunta &#8211; Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher? Resposta: &#8211; Isso pouco lhe importa.
O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar.
Item n° 202, de &#8220;O Livro dos Espíritos&#8221;.
 
A homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=411&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>
<div><a href="http://2.bp.blogspot.com/_OWd_lC4r1cg/SZsu1f2_10I/AAAAAAAAL4Q/qp8XT-hPD-Y/s1600-h/chakra+basico.jpg"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_OWd_lC4r1cg/SZsu1f2_10I/AAAAAAAAL4Q/qp8XT-hPD-Y/s320/chakra+basico.jpg" border="0" alt="" width="217" height="320" /></a>  </p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;"><br />
</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Pergunta &#8211; Quando errante, que prefere o Espírito: encarnar no corpo de um homem, ou no de uma mulher? Resposta: &#8211; Isso pouco lhe importa.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">O que o guia na escolha são as provas por que haja de passar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Item n° 202, de &#8220;O Livro dos Espíritos&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">A homossexualidade, também hoje chamada transexualidade, em alguns círculos de ciência, definindo-se, no conjunto de suas características, por tendência da criatura para a comunhão afetiva com uma outra criatura do mesmo sexo, não encontra explicação fundamental nos estudos psicológicos que tratam do assunto em bases materialistas, mas é perfeitamente compreensível, à luz da reencarnação.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Observada a ocorrência, mais com os preconceitos da sociedade, constituída na Terra pela maioria heterossexual, do que com as verdades simples da vida, essa mesma ocorrência vai crescendo de intensidade e de extensão, com o próprio desenvolvimento da Humanidade, e o mundo vê, na atualidade, em todos os países, extensas comunidades de irmãos em experiência dessa espécie, somando milhões de homens e mulheres, solicitando atenção e respeito, em pé de igualdade ao respeito e à atenção devidos às criaturas heterossexuais.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">A coletividade humana aprenderá, gradativamente, a compreender que os conceitos de normalidade e de anormalidade deixam a desejar quando se trate simplesmente de sinais morfológicos, para se erguerem como agentes mais elevados de definição da dignidade humana, de vez que a individualidade, em si, exalta a vida comunitária pelo próprio comportamento na sustentação do bem de todos ou a deprime pelo mal que causa com a parte que assume no jogo da delinqüência.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">A vida espiritual pura e simples se rege por afinidades eletivas essenciais; no entanto, através de milênios e milênios, o Espírito passa por fileira imensa de reencarnações, ora em posição de feminilidade, ora em condições de masculinidade, o que sedimenta o fenômeno da bissexualidade, mais ou menos pronunciado, em quase todas as criaturas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">O homem e a mulher serão, desse modo, de maneira respectiva, acentuadamente masculino ou acentuadamente feminina, sem especificação psicológica absoluta.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">A face disso, a individualidade em trânsito, da experiência feminina para a masculina ou vice versa, ao envergar o casulo físico, demonstrará fatalmente os traços da feminilidade em que terá estagiado por muitos séculos, em que pese ao corpo de formação masculina que o segregue, verificando-se análogo processo com referência à mulher nas mesmas circunstâncias.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Obviamente compreensível, em vista do exposto, que o Espírito no renascimento, entre os homens, pode tomar um corpo feminino ou masculino, não apenas atendendo-se ao imperativo de encargos particulares em determinado setor de ação, como também no que concerne a obrigações regenerativas.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">O homem que abusou das faculdades genésicas, arruinando a existência de outras pessoas com a destruição de uniões construtivas e lares diversos, em muitos casos é induzido a buscar nova posição, no renascimento físico, em corpo morfologicamente feminino, aprendendo, em regime de prisão, a reajustar os próprios sentimentos, e a mulher que agiu de igual modo é impulsionada à reencarnação em corpo morfologicamente masculino, com idênticos fins.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">E, ainda, em muitos outros casos, Espíritos cultos e sensíveis, aspirando a realizar tarefas específicas na elevação de agrupamentos humanos e, conseqüentemente, na elevação de si próprios, rogam dos Instrutores da Vida Maior que os assistem a própria internação no campo físico, em vestimenta carnal oposta à estrutura psicológica pela qual transitoriamente se definem.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Escolhem com isso viver temporariamente ocultos na armadura carnal, com o que se garantem contra arrastamentos irreversíveis, no mundo afetivo, de maneira a perseverarem, sem maiores dificuldades, nos objetivos que abraçam.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">Observadas as tendências homossexuais dos companheiros reencarnados nessa faixa de prova ou de experiência, é forçoso se lhes dê o amparo educativo adequado, tanto quanto se administra instrução à maioria heterossexual.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span style="font-family:Verdana;">E para que isso se verifique em linhas de justiça e compreensão, caminha o mundo de hoje para mais alto entendimento dos problemas do amor e do sexo, porquanto, à frente da vida eterna, os erros e acertos dos irmãos de qualquer procedência, nos domínios do sexo e do amor, são analisados pelo mesmo elevado gabarito de Justiça e Misericórdia.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-family:Verdana;">Isso porque todos os assuntos nessa área da evolução e da vida se especificam na intimidade da consciência de cada um.</span></p>
<p class="MsoNormal" align="right"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:x-small;">Psicografia : Francisco Cândido Xavier Livro : Vida e Sexo </span></span></p>
</div>
</div>
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		<title>O Catarismo</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 16:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Catarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem Iniciática]]></category>

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O catarismo, do grego katharos, que significa puro, foi uma seita cristã da Idade Média surgida no Limousin (França) ao final do século XI, a qual praticava um sincretismo cristão, gnóstico e maniqueísta, manifestado num extremo ascetismo. Concebia a dualidade entre o espírito e a matéria, assim como, respectivamente, o bem e o mal. Os cátaros [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=409&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<p style="text-align:center;">
<div><a href="http://1.bp.blogspot.com/_OWd_lC4r1cg/SZg8TZxx8fI/AAAAAAAAL3Y/mpnTelX5_hA/s1600-h/Cathar_cross.svg.png"><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_OWd_lC4r1cg/SZg8TZxx8fI/AAAAAAAAL3Y/mpnTelX5_hA/s320/Cathar_cross.svg.png" border="0" alt="" width="200" height="200" /></a></p>
<div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial;">O catarismo, do grego <span style="color:#ddb68e;">katharos</span>, que significa puro, foi uma seita cristã da Idade Média surgida no Limousin (França) ao final do século XI, a qual praticava um sincretismo cristão, gnóstico e maniqueísta, manifestado num extremo ascetismo. Concebia a dualidade entre o espírito e a matéria, assim como, respectivamente, o bem e o mal. Os cátaros foram condenados pelo 4º Concílio Lateranense em 1215 pelo Papa Inocêncio III, e foram aniquilados por uma cruzada e pelas acções da Inquisição, tornada oficial em 1233.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/catar_albi.jpg" alt="Albi" width="331" height="219" align="left" />Os <span style="color:#ddb68e;">cátaros</span>, também chamados de <span style="color:#ddb68e;">albigenses</span>, rejeitavam os sacramentos católicos. Aqueles que recebiam o batismo de espírito, consolamentum, eram considerados os perfeitos e levavam uma vida de castidade e austeridade e podiam ser tanto homens quanto mulheres. Os crentes apenas eram os homens bons e tinham obrigações menores; recebiam o consolamentum na hora da morte.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Apesar desta hierarquia, os cátaros não restringiam a experiência transcendental, e/ou divina (no caso, também gnóstica) aos mais graduados, mas a qualquer um que assim desejasse e experimentasse estados alterados de consciência.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Essa concepção sem hierarquia da espiritualidade foi considerada pela igreja católica uma ameaça para a fé e a unidade cristã, já que atraiu numerosos adeptos. Assim sendo, o catarismo foi considerado herético e contra ele foi estabelecida a<span style="color:#ddb68e;">Cruzada albigense</span> (<span style="color:#ddb68e;">1209-1229</span>). A cruzada teve parte de interesses políticos, já que as localidades onde se praticavam o catarismo (nota: esta seita era conhecida por sua tolerância religiosa ao passo que conviviam, nos mesmos reinados, judeus, pagãos, e até mesmo católicos) encontravam-se ligadas ao reino da França, porém independentes do mesmo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/catar2.jpg" alt="Montségur" width="330" height="219" align="right" />No início do século XII, a Igreja católica presenciará a difusão da heresia dos cátaros (&#8220;<span style="color:#ddb68e;">Kataroi</span>&#8220;, <span style="color:#ddb68e;">puro</span> em grego) ou albigenses (nome derivado da cidade de &#8220;Albi&#8221;, na qual vivia um certo número de heréticos) que se propagará no território do Languedoc, sudoeste da França (da língua occitâna da região &#8211; &#8220;Língua do Oc&#8221;; Oc= &#8220;<span style="color:#ddb68e;">Sim</span>&#8220;, em oposição à &#8220;Langue d&#8217;Oui&#8221;, do norte da França). Também se designava freqüentemente esta região por &#8220;<span style="color:#ddb68e;">Occitânia</span>&#8220;, que advém das mesmas raízes lingüísticas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Antes de tudo, é conveniente ressaltar que o catarismo não pertence exclusivamente ao Languedoc, nem o Languedoc deve ser visto exclusivamente sobre o prisma do catarismo. Aderentes à doutrina cátara recebem diferentes nomes no país em que se inserem: Na Itália, eram conhecidos como &#8220;<span style="color:#ddb68e;">patarinos</span>&#8220;, na Alemanha como &#8220;<span style="color:#ddb68e;">ketzers</span>&#8220;; na Bulgária, como &#8220;<span style="color:#ddb68e;">bogomils</span>&#8220;. Existiram cátaros na França, na Catalunha, na Itália, na Alemanha e, ao que parece, na Inglaterra.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/catar1.jpg" alt="Cátaros" width="210" height="307" align="left" />Os cátaros acreditavam que o homem na sua origem havia sido um ser espiritual e para adquirir consciência e liberdade, precisaria de um corpo material, sendo necessário várias reencarnações para se libertar. Eram dualistas e acreditavam na existência de dois deuses, um do bem (Deus) e outro do mal (Satã), que teria criado o mundo material e mal. <span style="color:#ddb68e;">Não concebiam a idéia de inferno</span>, pois no fim o deus do bem triunfaria sobre o deus do mal todos seriam salvos. Praticavam a abstinência de certos alimentos como a carne e tudo o que proviesse da procriação. Jejuavam antes do Natal, Páscoa e Pentecostes, não prestavam juramento, base das relações feudais na sociedade medieval, nem matavam qualquer espécie animal.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Os cátaros organizaram uma igreja e seus membros estavam divididos em crentes, perfeitos e bispos. As pessoas se tornavam<span style="color:#ddb68e;">perfeitos</span> (homens bons) pelo &#8220;<span style="color:#ddb68e;">ritual do consolament</span>&#8221; (esta cerimônia consistia na oração do Pai Nosso; reposição da veste, preta no início, depois azul, substituída por um cordão no tempo da perseguição. Tocava-se a cabeça do iniciante com o<span style="color:#ddb68e;">Evangelho de são João</span>, e o ritual terminava com o beijo da paz). Os crentes podiam abandonar a comunidade quando quisessem, freqüentavam a Igreja Católica, eram casados e podiam ter filhos. Dessa forma, eles poderiam levar uma vida agradável, obtendo o perdão e sendo salvos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Durante o período das perseguições as igrejas cátaras foram destruídas, os ofícios religiosos eram realizados em cavernas, florestas e casas de crentes. A doutrina cátara foi aceita por contrariar alguns dogmas cristãos, principalmente no que se refere a <span style="color:#ddb68e;">volta à pobreza</span> e ao <span style="color:#ddb68e;">retorno do cristianismo primitivo</span>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/catar_carcassonne2.jpg" alt="Carcassonne" width="344" height="231" align="right" />Devido à propagação da heresia cátara a partir de<span style="color:#ddb68e;">1140</span>, a Igreja começa a tomar medidas para combate-la, sendo que no início tentava os heréticos a fé católica por meio da pregação, não adotando trágicas medidas, pois isto não harmonizava com a caridade pregada pelo cristianismo. Vemos aqui um motivo político para investidas contra as comunidades cátaras e sua doutrina. Poderia haver outros motivos para tais investidas?</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">A maior parte das terras atingidas pela heresia pertencia à <span style="color:#ddb68e;">província de Narbona</span>, somente a região de Albi ligada à província de Bourges. O Languedoc é anexado a França em 1229 pelo Tratado de Meaux. O êxito da propagação da heresia nos bispados do Languedoc pode ser explicado pela situação política da região, independente do reino da França, as altas autoridades eram os grandes senhores feudais, o conde de Toulouse e o visconde de Béziers, ambos simpatizantes da heresia cátara.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">O <span style="color:#ddb68e;">movimento cátaro</span> foi desencadeado pelas pregações do monge Henrique, embora este não fosse cátaro, muitos fiéis após ouvir suas palavras deixaram de pagar os dízimos e de comparecer as igrejas, seus ensinamentos foram combatidos por<span style="color:#ddb68e;">Bernardo de Clairvaux</span> (São Bernardo).</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"><img src="http://www.misteriosantigos.com/Pictures/catar_carcassonne.jpg" alt="Carcassonne" width="317" height="204" align="left" />Os cátaros a exemplo dos primeiros cristãos levavam vida ascética de alta espiritualidade, vivenciando na prática um cristianismo puro, numa total alta-renúncia a tudo o que era deste mundo, eram conhecidos como <span style="color:#ddb68e;">verdadeiros discípulos</span>de Cristo, a serviço do mundo e da humanidade, um verdadeiro exemplo de amor ao próximo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Os cátaros galgavam o caminho da transformação ou da transfiguração.</span></p>
<p align="right"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#ebd5be;font-size:x-small;">Paz inverencial,</span></p>
<p align="right"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#ebd5be;font-size:x-small;"><strong><em>Franco</em></strong></span></p>
</div>
</div>
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		<title>Radiestesia</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 03:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esoterismo]]></category>
		<category><![CDATA[Radiestesia]]></category>

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Esta ciência é muito antiga e surgiu com a técnica da procura de poços d&#8217;água e de jazidas subterrâneas, por meio da forquilha ou varinha divinatória. Depois ficou séculos e séculos esquecida, e quando reapareceu, achava-se infectada de manipulações e invocações inúteis de arte mágica. Além da busca de mananciais aqüíferos, a varinha bifurcada era muito utilizada [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=401&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div><span style="font-family:'times new roman';"></p>
<p align="center"><strong><br />
</strong></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Esta ciência é muito antiga e surgiu com a técnica da procura de poços d&#8217;água e de jazidas subterrâneas, por meio da forquilha ou varinha divinatória. Depois ficou <span style="color:#ffe09f;">séculos e séculos</span> esquecida, e quando reapareceu, achava-se infectada de manipulações e invocações inúteis de arte mágica. Além da busca de mananciais aqüíferos, a varinha bifurcada era muito utilizada na pesquisa de tesouros ocultos e objetos perdidos. Nos dias de hoje, não é raro encontrar ainda no meio rural poceiros habilidosos que fazem dessa arte uma profissão, localizando água com a forquilha ou com um simples prumozinho.</span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Geneva, Arial, Helvetica, san-serif;font-size:x-small;"><strong><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#ebebeb;">Radiestesistas ao longo da história</span></strong></span></p>
<p align="center"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#ffe09f;font-size:x-small;"><strong>Histórico</strong></span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Uma <span style="color:#ffe09f;">xilografia</span> da época da<span style="color:#ffe09f;"> dinastia Han</span>, encontrado na província <span style="color:#ffe09f;">chinesa de Shandong</span>, mostra o imperador Kwang Yu com um instrumento parecido com um diapasão, Yu que nasceu em torno de 2205 a.C. e foi o fundador da Dinastia Hsia, era tido como grande conhecedor das águas subterrâneas, cujos veios descobria facilmente. Confúcio disse que o imperador Yu &#8220;dominou as grandes inundações&#8221;. Os chineses primavam por sua habilidade em investigações ao subsolo, e proibiam a localização de casas e abrigos de animais em cima das chamadas &#8220;Veias do Dragão&#8221;, ou &#8220;Saída dos Demônios&#8221;, arte conhecida como FENG SHUI.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#ffe09f;font-size:x-small;">Em Roma</span><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"> - Antes de fundarem uma cidade, os romanos colocavam rebanhos de ovelhas pastando por longos períodos nos terrenos escolhidos, depois sacrificavam os animais para analisar o fígado. Também na história de Roma, vários historiadores referem-se ao uso de Varetas de salgueiro para descobrir águas subterrâneas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;color:#ffffff;font-size:x-small;">A Bíblia</span><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;"> faz alusões ao <span style="color:#ffe09f;">uso de varetas</span>, chamadas pelos hebreus de &#8220;<span style="color:#ffe09f;">vara de Jacó</span>&#8220;. Antes dos hebreus, no Egito, escavações realizadas nas tumbas do <span style="color:#ffe09f;">Vale dos Reis</span>, comprovaram a existência de varinhas e pêndulos. No âmbito das energias de forma, vislumbramos o alto grau de conhecimento desse povo, nas magistrais pirâmides, cercadas de misticismo e ocultismo, mas que encontra a razão nas fórmulas matemáticas, e nas ondas de forma.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Além dos já citados, temos registros dessa prática nos hindus, persas, etruscos, polinésios, gregos e gauleses.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Na <span style="color:#ffe09f;">Idade Média</span> a radiestesia foi usada na prospecção de minérios. Em <strong><span style="color:#ffffff;">1556</span></strong>, o médico alemão <span style="color:#ffe09f;">Georg Bauer</span> publicou em latim o livro &#8220;<span style="color:#ffe09f;">De re metallica</span>&#8221; (<span style="color:#ffffff;">dos metais</span>) sobre prospecção mineral. Diz que os mineiros usavam varetas (forquilhas) de diferentes árvores para a busca de minérios : aveleira para a prata, freixo para o cobre, pinheiro negro para o chumbo e o estanho. Para o ouro e a prata preferiam varetas de ferro.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">No final do <span style="color:#ffe09f;">século XVII</span> a rabdomancia ou a futura radiestesia, espalhou-se por toda a Europa. Em<strong><span style="color:#ffffff;"> 1892</span></strong> o Abade <span style="color:#ffe09f;">Alexis Bouly </span>criou o termo radiestesia.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Em <strong><span style="color:#ffffff;">1919</span></strong>, <span style="color:#ffe09f;">Mermet</span>, que era conhecido como o &#8220;<span style="color:#ffe09f;">príncipe dos radiestesistas</span>&#8220;, criou a telerradiestesia, inspirado no trabalho do Abade Paramelle, que achava fontes através de mapas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Em <span style="color:#ffffff;"><strong>1920</strong></span>, uma comissão da Academia de Ciência de Paris elaborou um parecer favorável à radiestesia. Os ilustres cientistas declararam. A ciência do porvir e de bom grado nós patrocinamos a radiestesia.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Em <strong><span style="color:#ffffff;">1933</span></strong>, realizou-se o <span style="color:#ffe09f;">Congresso Internacional de Avignon</span>, com a participação de onze países e a consagração do termo <span style="color:#ffffff;">Radiestesia</span>.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Em <span style="color:#ffffff;"><strong>1935</strong></span>, a <span style="color:#ffe09f;">Maison de la Radiesthésie</span> publicou o famoso livro de <span style="color:#ffffff;"><strong>Mermet</strong></span> &#8221;<span style="color:#ffe09f;">Comment j&#8217;opère</span>&#8220;, considerado a bíblia dos radiestesistas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">A partir de meados do século dezenove, a Radiestesia passa por um expurgo das superstições que a eivavam, e começa a ser estudada cientificamente, com apoio em métodos experimentais. A palavra &#8220;Radiestesia&#8221; sugere que essa ciência se relaciona com &#8220;<strong><span style="color:#ffffff;">radiações</span></strong>&#8220;, &#8220;raios&#8221;, cuja natureza ainda se desconhece. Não é eletricidade nem magnetismo, embora essas radiações tenham conotação com essas duas forças. Aliás, o raio radiestésico é passível de reforço tanto pela eletricidade quanto pelo magnetismo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">O leitor que se dedicar ao treino assíduo e racional da Radiestesia, ficará deveras surpreso com o rápido desenvolvimento de sua habilidade radiestésica, que lhe permitirá, entre outras coisas, aplicá-la à manutenção do equilíbrio de sua própria saúde e à de seus familiares, habilitando-o, ainda, a saber se um determinado remédio prescrito é eficaz ou não ao paciente. Pode, também, submeter a testes os alimentos que vai ingerir às refeições, selecionando-os a critério de sua saúde, preceituando a si um regime alimentar.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Hoje, na <span style="color:#ffe09f;">Europa</span>, existem milhares de médicos radiestesistas, que se reúnem em sociedades, demonstrando, assim, o alto conceito com que encaram os <span style="color:#ffe09f;">recursos da Radiestesia</span>, não sendo rara a cooperação entre bons radiestesistas e eficientes facultativos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">A Radiestesia é uma<span style="color:#ffffff;"> ciência</span> <span style="color:#ffe09f;">que detecta</span> todos os tipos de manifestações energéticas. É a maneira de detectar ou melhor descobrir objetos ocultos, doenças, alimentos e medicamentos adequados, e desgaste de energia no corpo humano, seja nos setores psíquicos ou físicos.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">A <span style="color:#ffe09f;">sintonia</span> entre o operador radiestésico e o objetivo é explicada pelo fenômeno já conhecido da ressonância, aprendido por todos os estudantes nos tratados de física elementar e que pode ser comprovado facilmente por qualquer pessoa.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial, Helvetica, sans-serif;font-size:x-small;">Por definição, o pêndulo nada mais é senão um peso, preso a uma corrente ou fio, e este pode ser de metal, cristal ou madeira, é <span style="color:#ffffff;">VOCÊ</span> quem vai definir qual é o material que seja de seu agrado, de acordo com a afinidade com este ou aquele material. Você pode, inclusive, utilizar como pêndulo (caso não adquirir um neste momento) a sua <strong>aliança</strong>, presa à uma correntinha.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family:Arial;">Fonte: http://misteriosantigos.com</span></p>
<p></span></div>
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			<media:title type="html">Neófito da Luz</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Budismo e Suas Diversas Escolas</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 03:27:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Budismo]]></category>

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		<description><![CDATA[


Quando nasceu, como príncipe em uma família rica de Kapikvastri, na fronteira entre Nepal e Índia, Buda foi chamado oficialmente de Sidarta Gautama. O líder religioso viveu aproximadamente entre 566 e 486 a.C


Sidarta significa &#8220;aquele que alcançou seu objetivo chegando ao esclarecimento&#8221;.



Desiludido com seu estilo de vida e após ter se casado e ter tido [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=398&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>
<div style="text-align:justify;">
<div>
<div><span style="font-family:Verdana;"><span><span>Quando nasceu, como príncipe em uma família rica de Kapikvastri, na fronteira entre Nepal e Índia, Buda foi chamado oficialmente de Sidarta Gautama. O líder religioso viveu aproximadamente entre 566 e 486 a.C</span></span></span><span><span><br />
</span></span></div>
<p><span style="font-family:Verdana;"></p>
<div><span>Sidarta significa &#8220;aquele que alcançou seu objetivo chegando ao esclarecimento&#8221;.</span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<p><img src="http://misteriosantigos.com/artigos/uploads/img455038d0e57fa.jpg" alt="" align="left" /></p>
<div><span><span>Desiludido com seu estilo de vida e após ter se casado e ter tido um filho, ele saiu de casa e adotou um modo de vida peregrino e ascético para buscar respostas para seus questionamentos sobre espiritualidade. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<p><strong></p>
<div><span><span>Questionamentos<br />
</span></span></div>
<p></strong></p>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Ao sair de casa, viu pela primeira vez um homem velho, um doente e um morto. Isto o perturbou, e ele concluiu que envelhecer, adoecer ou morrer eram coisas inevitáveis.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Sidarta também viu um monge e interpretou isso como um sinal de que ele deveria abandonar a vida protegida na família real para se tornar um sem-teto santificado.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>As suas peregrinações lhe mostraram o sofrimento do mundo. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Buda tinha muitos questionamentos e queria encontrar uma maneira de escapar da morte, da velhice e do sofrimento. Procurou ajuda de religiosos, mas nenhum deles poderia lhe dar uma resposta.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Uma vida de auto-negação<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Sidarta acabou encontrando um religioso indiano que lhe disse que era preciso viver uma vida de disciplina e auto-negação.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Ele também começou a meditar, mas achou que até mesmo o mais alto nível de meditação não era o suficiente.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>A partir de então, Buda passou a viver uma vida de extrema reprovação dos prazeres do corpo por seis anos, mas isso também não o satisfez. Sua maior preocupação era o sofrimento do mundo. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Ainda insatisfeito, Buda viveu uma experiência única. Sentado embaixo de uma árvore às margens do rio Nairanjana, no norte da Índia, ele recebeu uma revelação, conhecida como bodi, de acordo com o nome da árvore, também conhecida como árvore do esclarecimento.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>No local, foi construído mais tarde o tempo Mahabodi, até hoje um local de peregrinação para os budistas. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>De acordo com a tradição budista, Brahman, rei dos deuses, pediu a Buda que levasse essa mensagem e ensinamento a outras pessoas.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<p><img src="http://misteriosantigos.com/artigos/uploads/img45503a5e46ce8.jpg" alt="" align="right" /></p>
<div><span><span>Dessa forma, acredita-se que tenha surgido a roda do ensinamento, em vez de adorar um deus ou vários, os centros budistas em todo o mundo valorizam a importância do estudo e do dharma, um estilo correto de vida. Buda ensinou 45 anos de sua vida e arrebanhou vários discípulos. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Até sua morte, aos 80 anos, ele já havia conquistado seguidores e formado uma comunidade significativa. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Fiéis reunidos em um templo budista em Taiwan <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Escolas do Budismo<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Theravada ou Budismo do sul<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>As escrituras desta corrente budista estão preservada em Pali, uma língua antiga da Índia, próxima do sânscrito. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Comparada às demais tradições budistas é mais semelhante na doutrina e na prática do budismo primitivo que existiu antes do começo da era cristã, na Índia. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Esta corrente é seguida por cerca de 100 milhões de pessoa em Sri Lanka, Tailândia, Mianmar ou Birmânia, Camboja e Laos. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Mahayana ou Budismo oriental <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>As escrituras dessa corrente budista, que é muito diversa, estão preservadas em chinês. O budismo mahayana coexistiu com o confucianismo, taoísmo, xintoísmo, e comunismo. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Templo budista na China <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>É encontrada na Coréia, China, Japão e Vietnã. Ainda é uma religião importante para cerca de 500 mil a 1 milhão de pessoas. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Budismo no norte ou tibetano<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Os textos antigos desta religião são encontrados no Tibete e apesar de sua vasta abrangência sobre o budismo mahayana, orienta-se especificamente pelo budismo tântrico. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>É seguido por cerca de 10 a 20 milhões de pessoas no Tibete e na Mongólia e em partes do Nepal e da Índia himalaia. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>A adoração a Buda<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Os budistas podem adorar Buda tanto em casa como no templo. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>A congregação no templo com outros budistas não é considerada essencial à prática da fé. Em casa, os budistas costumam separar um quarto, ou parte de um cômodo para construir o santuário ou altar, onde são colocados uma estátua de Buda, velas e incenso.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Devota oferece velas, flores de lótus e incenso <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Os templos budistas podem ser construídos em vários formatos, os mais conhecidos são os pagodas da China e do Japão. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Um outro estilo de templo é o Stupa, que é construído de pedra sobre o que se acredita serem relíquias de Buda ou cópias de seus ensinamentos. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Os templos budistas são construídos para sinalizar cinco elementos: fogo, ar, terra (simbolizada na base quadrada), água e sabedoria (simbolizada pelo pináculo do topo). <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Todos os templos contêm a imagem ou estátua de Buda. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Livros sagrados<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Há várias coleções dos ensinamentos budistas, geralmente específico a regiões geográficas, consideradas importantes. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Somado ao cânone, escrito em pali, há ainda as sutras contendo ensinamentos avançado de Buda, guardados por budistas Mahayana. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Os principais símbolos do budismo são: vitórias-régias, a roda da vida, imagens de Buda e mapas de mandalas simbólicas, expressando a forma concentrada, a natureza dos universos budistas.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Resumo dos ensinamentos de Buda<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Carma: ações têm conseqüências, a vida está condicionada a ações passadas. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Reencarnação: a consciência permanece após a morte do corpo e toma forma em uma nova vida<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Libertação do carma: seguindo os conselhos de Buda, escapa-se do ciclo de ansiedade e sofrimento<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Esclarecimento: o objetivo mais alto na vida é alcançar o esclarecimento, um estado de espírito que vai além do sofrimento<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Dharma: ensinamento e portanto o caminho para o nirvana. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>O centro da doutrina budista <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>As quatro verdades nobres do budismo são:<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>1- A vida é repleta de sofrimento<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>O budista entende que a tendência humana é de evitar encarar as verdades difíceis da vida e isso, por sua vez, levaria ao sofrimento.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>2- Os sofrimentos seriam causados pela ambição do ser humano<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>3- O sofrimento pode ser apagado<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>O budismo acredita que a meditação pode levar paz à mente e assim o ser humano consegue se deparar com a realidade e vencer a ansiedade, o ódio e o sofrimento. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>4- A maneira para acabar com o sofrimento seria o caminho do meio.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Festas budistas<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Os feriados são parte importante do budismo. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Wesak<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Este é o mais importante e é comemorado em maio, data do aniversário de Buda. Para budistas theravada, o wesak marca ainda o nascimento, esclarecimento e morte de Buda. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Os theravadas visitam os templos e dão presentes aos monges. Os budistas decoram as casas e os templos. Na Tailândia confecciona-se lanternas especiais de papel e madeira.<br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>O dia de dharma marca o começo do ministério de Buda. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>O dia de sangha comemora a comunidade espiritual budista. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>Já o dia de paranirvana marca a morte de Buda em 486a.C. <br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span><br />
</span></span></div>
<div><span><span>fonte: BBC</span></span></div>
<p></span></div>
</div>
</div>
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	</item>
		<item>
		<title>Cartomancia</title>
		<link>http://akhen777.wordpress.com/2009/02/15/cartomancia/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 03:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esoterismo]]></category>
		<category><![CDATA[Baralho Cigano]]></category>
		<category><![CDATA[Cartomancia]]></category>
		<category><![CDATA[Tarot]]></category>

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		<description><![CDATA[Podemos compreender como Cartomancia a arte de prever o futuro através de cartas, sejam elas do baralho tradicional, tarô ou baralho cigano.
Indícios da existência de jogos de carta são encontrados em várias partes do mundo: no Egito, no extremo Oriente, na Índia, no continente Americano, e até mesmo na Oceania.
A referência documental mais antiga já [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=395&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="geral" style="text-align:justify;">Podemos compreender como Cartomancia a arte de prever o futuro através de cartas, sejam elas do baralho tradicional, tarô ou baralho cigano.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Indícios da existência de jogos de carta são encontrados em várias partes do mundo: no Egito, no extremo Oriente, na Índia, no continente Americano, e até mesmo na Oceania.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">A referência documental mais antiga já menciona uma data posterior a passagem do primeiro milênio: um dicionário chinês, publicado no ano de 1678 cita, numa de suas passagens, que em 1120 um oficial do imperador Huei-Song ofereceu-lhe um jogo de sua própria invenção, constituído por 32 tabletes de marfim relacionados com vários temas, como o céu, a terra, o homem e a sorte.<br />
Posteriormente as cartas apareceram na Índia onde os naipes representavam as encarnações de VISHNU (um dos principais deuses do hinduísmo). Quando os ciganos, daquele país, migraram em direção ao Ocidente levaram as cartas e a cartomancia a toda a Ásia menor e ao Norte da África.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">No século XVI, as cartas já eram conhecidas em toda as nações européias, se tornando uma verdadeira paixão, à qual recorriam os Reis e os Príncipes para saber o destino de seu reino.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/cartomancia01.jpg" alt="" hspace="10" vspace="4" width="258" height="337" align="right" />A cartomancia têm sido há muito considerada um domínio especial dos ciganos, um povo nômade cujo folclore está repleto de lendas sobre poderes secretos e ritos mágicos. E assim como as artes milenares que eles praticam, a origem e o modo de ser ciganos permanecem encobertos pelo mistério, emaranhados em lendas e tradições.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Crê-se que os ciganos tenham vivido originalmente na Índia. Mas em algum momento do século IX, eles começaram um lento deslocamento para o oeste. No início do século XV, grandes grupos de pessoas de pele morena, vestidas exoticamente, alegando serem peregrinos religiosos vindos de um país chamado Pequeno Egito, começaram a aparecer na Europa. Esses &#8220;egípcios&#8221;, ou gypsies, como eles se tornaram conhecidos em língua inglesa, foram de início bem recebidos pelos simpáticos habitantes. Mas algumas tribos errantes logo ganharam má reputação, como pequenos ladrões e trapaceiros sem convicção religiosa.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Considerados autoridades em assuntos ocultistas, aos ciganos foram creditados com freqüência talentos sobrenaturais para além mesmo de suas próprias crenças, e muitos negociaram com avidez seus supostos poderes com habitantes locais. Normalmente, apenas algumas moedas podiam comprar o que fosse: de ervas medicinais para dores a poções do amor e afrodisíacos. Mas foi pela prática das artes da profecia &#8211; leitura das cartas do tarô ou da borra do chá, da bola de cristal ou das linhas da mão &#8211; que os ciganos se tornaram mais conhecidos.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Atualmente, a arte da Cartomancia já se expandiu, não sendo mais atribuída apenas aos ciganos, embora a sua veracidade e funcionalidade sejam ainda profundamente contestadas por grande parte da sociedade.</p>
<p class="geral" align="center"><em>O Baralho</em></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">O baralho comum contém 52 cartas, divididas em quatro naipes (paus, copas, espadas e ouros) com 13 cartas cada. Estas 13 cartas são compostas de números de um (ás) a dez, e mais três figuras (valete, dama e rei), o que resulta também em 40 cartas referentes à números e 12 cartas referentes à figuras. Estes números permitem uma grande variedade de associações simbólicas de diferentes tipos.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">As 52 cartas do baralho podem ser relacionadas com as 52 semanas do ano, sendo que os naipes podem, por sua vez, serem associados às 4 estações do ano: ouros como primavera, paus como verão, copas como outono e espadas como inverno.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Alguns estudiosos do tema consideram que os quatro naipes também podem ser associados aos períodos de um dia ou de uma vida, sendo atribuída a cada um deles a regência de ¼ dessas extensões do tempo. O ás de cada naipe rege a primeira semana da estação do ano a ela relacionada. O rei tem a segunda semana sob sua influência, seguida pela dama, que rege a terceira. As regências se sucedem na ordem decrescente, até o dois, que domina a última semana da estação. Os quatro naipes podem ser associados também com os quatro elementos, (fogo, água, ar e terra) aspecto crucial na cartomancia.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">As cartas vermelhas são geralmente associadas às características femininas, passivas, yin; as pretas relacionam-se, em geral, às características, masculinas, ativas, yang.</p>
<p class="geral" align="center"><em>O Tarô</em></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"> </p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/cartomancia02.jpg" alt="" hspace="8" vspace="4" width="250" height="230" align="left" />O tarô possui 78 cartas, composto por vinte e um trunfos, um curinga e quatro conjuntos de naipes com quatorze cartas cada — dez cartas numeradas e quatro figuras (uma a mais por naipe que o baralho lusófono).</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Quando usado para fins divinatórios, cada carta é denominada de <em>arcano</em>, palavra que significa &#8220;segredos a serem desvendados&#8221; e foi incorporada pelos ocultistas do século XIX. Os trunfos e os curingas são conhecidos como arcanos maiores e as cinquenta e seis cartas de naipe são arcanos menores.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Os significados divinatórios são derivados principal-mente da <a href="http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/simbolos/cabala.htm" target="_blank">Cabala</a> e da <a href="http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/ciencias/alquimia.htm" target="_blank">alquimia medieval</a>, mas atualmente há muitas outras vertentes provenientes da <a href="http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/ciencias/astrologia.htm" target="_blank">Astrologia</a>,<a href="http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/ciencias/numerologia.htm" target="_blank">Numerologia</a> e outros ramos.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"> </p>
<p class="geral" align="center"><em>O Baralho Cigano</em></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Este baralho foi elaborado pelos ciganos com base no oráculo mais conhecido e difundido no mundo: o Tarô. Supõe-se que os ciganos até chegaram a usar as 78 lâminas do Tarô, porém, sentiram a necessidade de terem um oráculo próprio e resolveram adaptar as 78 lâminas em 36, surgindo assim, o Baralho Cigano.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Provavelmente a necessidade de se ter um oráculo próprio veio da natureza dos ciganos, que só usavam o que era deles e recusavam tudo o que fosse dos &#8220;Gadjos&#8221; (não-ciganos), pois não queriam ficar presos às idéias e símbolos que não pertenciam à sua cultura e cotidiano. Sendo assim, eles transformaram os desenhos, mudaram os significados do tarô original e puderam trabalhar com um instrumento próprio.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Encontramos, basicamente, no Baralho Cigano símbolos que falam da &#8220;vida ao ar livre&#8221;, própria do mesmos: a natureza, rios, árvores, animais, etc.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Faz parte da tradição cigana a prática da adivinhação pelas mulheres. Normalmente elas possuem dois tipos de cartas: uma para o uso restrito ao grupo cigano, e outro para fazer adivinhação à comunidade.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><em>Por Spectrum</em></p>
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			<media:title type="html">Neófito da Luz</media:title>
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		<title>A Ordem dos Templários</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 03:19:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Ocultismo]]></category>
		<category><![CDATA[Baphomet]]></category>
		<category><![CDATA[Cavaleiros Templários]]></category>
		<category><![CDATA[Cruzadas]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Ordem Iniciática]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam&#8221;
(&#8220;Não para nós, Senhor, não para nós, mas para Glória de Teu Nome&#8221;)
(Salmo de David e Lema dos Templários)


 
As Cruzadas
No ano 1071 os turcos mulçumanos tomaram Jerusalém. Na Europa, a Igreja Católica organizou expedições militares em direção à Terra Santa, com o objetivo oficial de reconquistar [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=392&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><div>
<p style="text-align:center;"><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><em>&#8220;Non nobis, Domine, non nobis, sed Nomini Tuo ad Gloriam&#8221;<br />
(&#8220;Não para nós, Senhor, não para nós, mas para Glória de Teu Nome&#8221;)</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span><span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;"><strong>(Salmo de David e Lema dos Templários)</strong></span></span></p>
</div>
<div>
<p class="geral" align="center"> </p>
<p class="geral" align="center"><span style="font-size:small;"><strong><em>As Cruzadas</em></strong></span></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">No ano 1071 os turcos mulçumanos tomaram Jerusalém. Na Europa, a Igreja Católica organizou expedições militares em direção à Terra Santa, com o objetivo oficial de reconquistar os territórios sagrados de sua religião. Essas expedições foram denominadas <em>Cruzadas</em>, pelo fato de que seus peregrinos usavam uma cruz nas vestimentas e bandeiras.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Com a decadência do sistema feudal europeu, tornar-se um cruzado e partir para o Oriente em busca de terras e riquezas era uma alternativa considerável. Assim, a maior parte dos soldados cruzados era composta por camponeses e mendigos. Isso sugere que havia motivos comerciais e políticos camuflados sob o objetivo religioso. Além disso, os mulçumanos não se opunham a peregrinação cristã até Jerusalém. Havia apenas pequenos conflitos entre estes grupos distintos. Os cristãos solicitaram ao Papa Urbano II que os ajudasse nessas batalhas. O Papa percebeu neste pedido um pretexto para ampliar os domínios e a riqueza da Igreja. Assim, organizou e enviou o primeiro contingente cruzado.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/templarios01.jpg" alt="" hspace="7" vspace="5" width="250" height="187" align="right" />A primeira Cruzada partiu em novembro de 1097 e contou com um apoio intenso da população. Em 1212 promoveu-se até mesmo a Cruzada das Crianças. Num momento de declínio do exército cristão em terras orientais, milhares de meninos foram levados na convicção de que a providência Divina daria a eles o que grandes e poderosos esquadrões não foram capazes de obter. A maioria dos garotos morreu doente ou em naufrágios durante a viagem. Os poucos que chegaram ao destino foram mortos ou escravizados pelos mulçumanos. Ao todo, foram organizadas oito Cruzadas até 1270, quando os cristãos viram-se obrigados a deixarem a Palestina e outros territórios conquistados.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Os combates entre cristãos e mulçumanos são considerados por alguns pesquisadores como a primeira Guerra Mundial, pois atingiu a Europa, Ásia e África. Nesse período, várias Ordens foram fundadas para garantir a peregrinação cristã e a posse das terras: Joaninos, Pobres Cavaleiros de Cristo, Teutônica, Porta-Espada entre outras.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><em>A Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo</em></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">No ano 1118, Jerusalém já era um território cristão. Assim, nove monges veteranos da primeira Cruzada, entre eles Hugh de Payen e Gogofredo de Saint Omer, dirigiram-se ao rei de Jerusalém Balduíno I e anunciaram a intenção de fundar uma ordem de monges guerreiros. Dentro de suas possibilidades, se encarregariam da segurança dos peregrinos que transitavam entre a Europa e os territórios cristãos do Oriente. Os membros fizeram votos de pobreza pessoal, obediência e castidade.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Os denominados <em>Pobres Cavaleiros de Cristo</em> se instalaram numa parte do palácio que foi cedida <em><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/templarios02.jpg" alt="" hspace="7" vspace="6" width="123" height="141" align="left" /></em>por Balduíno, um local que outrora foi o Templo de Salomão. Por isso ficaram conhecidos como <em>Cavaleiros do Templo</em>, ou <em>Cavaleiros Templários</em>. Apenas em 1127 no Concílio de Troyes, o Papa Honório II outorgou a condição de Ordem, concedendo um hábito branco com uma cruz vermelha no peito. O símbolo era um cavalo montado por dois soldados, numa alusão a pobreza.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">A Ordem desenvolveu uma estrutura básica e se organizou numa hierarquia composta de sacerdotes até soldados. A esta altura, constituída não apenas por religiosos mas principalmente por burgueses, os Templários se sustentavam através de uma imensa fortuna que provinha de doações dos reinados.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Durante um período de quase dois séculos, a Ordem foi a maior organização Militar-Religiosa do mundo. Suas atividades já não estavam restritas aos objetivos iniciais. Os soldados templários recebiam treinamento bélico; combatiam ao lado dos cruzados na Terra Santa; conquistavam terras; administravam povoados; extraíam minérios; construíam castelos, catedrais, moinhos, alojamentos e oficinas; fiscalizavam o cumprimento das leis e intervinham na política européia. Além de aprimorarem o conhecimento em medicina, astronomia e matemática. Houve até mesmo a criação de um sistema semelhante ao dos bancos monetários atuais. Ao iniciar a viagem para a Terra Santa, o peregrino trocava seu dinheiro por uma carta de crédito nominal que lhe era restituída em qualquer posto templário. Assim, seus bens estavam seguros da ação de saqueadores. O poder dos Templários tornou-se maior que a Monarquia e a Igreja.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">As seguidas derrotas das Cruzadas no século XIII, comprometeram a atividade principal dos Templários, e a existência de uma Ordem Militar com tais objetivos já não era necessária. Neste mesmo período, o Rei Felipe IV &#8211; O Belo &#8211; comandava a França. Diferente da maioria dos monarcas que eram subalternos à Igreja, Felipe se engajava em campanhas aliadas ao Clérigo, em troca de benefícios políticos.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Felipe IV devia terras e imensas somas em dinheiro aos Templários. Assim, propôs ao arcebispo Beltrão de Got uma troca de favores. O monarca usaria sua influência para que o religioso se tornasse Papa. Por sua vez, Beltrão de Got se comprometeria a exterminar a Ordem dos Templários assim que alcançasse o papado. Apenas um Papa possuía poder político para fazê-lo. No ano de 1305, Beltrão de Got sobe ao Trono de São Pedro como o Papa Clemente V.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Neste momento tinha início as acusações contra os cavaleiros e a implacável perseguição em toda a Europa. O processo inquisitório contra os Templários se estendeu por vários anos sob torturas e acusações diversas, como heresia, idolatria, homossexualismo e conspiração com infiéis. Os condenados eram levados à fogueira da <a href="http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/inquisicao.htm" target="_blank">Inquisição</a>. Na França, o último Grão-Mestre da Ordem,<img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/templarios03.jpg" alt="" hspace="7" vspace="6" width="172" height="243" align="right" />Jacques de Molay, e outros 5 mil cavaleiros foram encarcerados pelos soldados do Rei Felipe. Na Grã-bretanha, a Ordem foi dissolvida pelo Rei Eduardo II. Na Alemanha e Suíça, os Cavaleiros foram declarados inocentes mas a Ordem também foi suprimida.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Finalmente, em 18 de março de 1314, Jacques de Molay foi levado à fogueira da Santa Inquisição às margens do Rio Sena, em Paris. Há uma lenda, que agonizante em meio às chamas, o líder dos Templários amaldiçoou o Papa Clemente V e o Rei Felipe, dizendo que se os Templários tivessem sido injustamente condenados, o Papa morreria em no máximo 40 dias e o Rei dentro de um ano. O Papa morreu 33 dias após a execução de Molay e o Rei em pouco mais de 6 meses.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Em toda a Europa, a Ordem dos Templários foi oficialmente extinta. Seus bens, o imenso contingente do exército e sua estrutura foram diluídos em outras Ordens menos expressivas. Atualmente, a Ordem Rosa Cruz e a <a href="http://www.spectrumgothic.com.br/ocultismo/crencas/maconaria.htm" target="_blank">Maçonaria</a> se consideram ascendentes diretas dos Cavaleiros Templários.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><em>Mistérios Templários</em></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Durante uma jornada que se estendeu por quase dois séculos e se consagrou com um alto nível de poder e popularidade, foi gerada uma série de lendas que se confundem com fatos em torno dos Templários. Realmente, é provável que tenham desenvolvido uma filosofia influenciada pela sabedoria oriental. Mas não chegava a ser uma heresia. Soma-se a isso às acusações apresentadas no período da queda da Ordem e encontra-se uma imensidão de hipóteses interessantes: desde adoração ao demônio até a influência arquitetônica.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Até mesmo os objetivos originais da Ordem dos Templários são alvos das possibilidades. Segundo especulações, sua fundação teria sido articulada por Bernardo de Claraval (São Bernardo) para buscar a <em>Arca da Aliança</em> e as <em>Tábuas das Leis Divinas</em> no Templo de Salomão. A partir do momento que foram encontradas, os Templários se desenvolveram em todos os aspectos. O <em>Santo Graal</em> seria apenas uma metáfora para se referir a esses tesouros.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/templarios04.jpg" alt="" hspace="7" vspace="3" width="131" height="227" align="right" />O mito da heresia surgiu através das acusações que dissolveram a Ordem em toda a Europa. Sob tortura, os cavaleiros declaravam que cuspiam e andavam sobre a cruz, trocavam beijos obscenos no umbigo e nas nádegas (nesta época, beijo na boca entre homens era aceitável), negavam a divindade de Cristo e ainda idolatravam uma imagem demoníaca denominada<em>Baphomet</em>. Porém, após as sessões de tortura e a irrevogável condenação, os Cavaleiros negavam as confissões assinadas. Havia poucas evidências de que os Templários se desviaram dos conceitos básicos da Igreja Católica daquela época.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Na Grã-bretanha, Robert Bruce buscava a independência da Escócia e articulava uma batalha contra o exército do Rei Eduardo II. As tropas de Eduardo possuíam armas e um contingente muito superior ao inimigo. Mesmo assim os rebeldes escoceses combateram o exército real. Acredita-se que um grupo de cavaleiros Templários, altamente treinado, teria se refugiado na Escócia e lutado ao lado de Bruce.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Provavelmente, em 1250 os Templários já haviam estado na América. Devido ao seu grande crescimento econômico através de matéria-prima e minérios como ouro e prata, escassos na Europa, supõe-se que parte de sua riqueza já havia sido extraída do continente americano. O fato de ser uma Ordem Secreta, onde os segredos só eram transmitidos entre seus membros à medida que eram promovidos, explica a ausência de registros históricos dessas navegações. Há mapas incluindo o Brasil desde 1389.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Após a extinção da Ordem, os Templários portugueses passaram a se chamar <em>Ordem de Cristo</em>e mudaram sua bandeira. As naus que aportaram no Brasil traziam a bandeira desta nova Ordem. Pedro Álvares Cabral seria não apenas um navegador, mas um dos altos comandantes da Ordem de Cristo, que fez uso dos mapas e cartas de navegação templárias para &#8220;descobrir&#8221; o Brasil.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">A <a href="http://www.spectrumgothic.com.br/gothic/gotico_historico/arquitetura_gotica.htm" target="_blank">arquitetura gótica</a> surgiu repentinamente durante o desenvolvimento da Ordem dos Templários. Não pode ser considerada uma continuidade da arquitetura romana, pois os conceitos entre ambas são totalmente opostos. A arquitetura romana baseia-se numa força de cima para baixo que estabiliza toda a construção. Enquanto a gótica está baseada no princípio contrário, numa força que pressiona de baixo para cima. Esses conceitos arquitetônicos e geométricos são muito avançados para o pensamento medieval. Portanto, acredita-se que a arquitetura gótica tenha surgido através de um conhecimento secreto adquirido pelos Templários, e as várias Catedrais tenham sido edificadas para guardar suas riquezas.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><em>Por Spectrum</em></p>
</div>
<div>
<p class="geral"> </p>
</div>
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			<media:title type="html">Neófito da Luz</media:title>
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		<title>Halloween</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 03:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esoterismo]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Halloween]]></category>
		<category><![CDATA[Mitologia Celta]]></category>

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		<description><![CDATA[Origem e tradição
Na Irlanda do século V (a.C), o dia 31 de outubro fazia parte de um conjunto de quatro datas comemorativas do calendário celta que marcava a transição das estações, o período de plantação e colheita, e o ciclo vital da Terra. A primeira data era celebrada no dia 2 de Fevereiro (conhecido como O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=389&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p class="geral" style="text-align:justify;"><strong><span style="font-size:small;"><em>Origem e tradição</em></span></strong></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Na Irlanda do século V (a.C), o dia 31 de outubro fazia parte de um conjunto de quatro datas comemorativas do calendário celta que marcava a transição das estações, o período de plantação e colheita, e o ciclo vital da Terra. A primeira data era celebrada no dia 2 de Fevereiro (conhecido como <em>O Dia da Marmota</em>), em honra a deusa da cura <em>Brigith</em>. No mês de maio celebrava-se o<em>Beltane</em>, considerado o dia que iniciava a temporada de semear. Nesta data realizavam-se rituais de fertilidade e prosperidade para incentivar o crescimento da lavoura. A terceira data ocorria em agosto: a festa da colheita em reverência ao deus sol <em>Lugh</em>. Finalmente, no dia 31 de outubro celebrava-se um feriado denominado <em>Samhaim</em>, que marcava o final do ano celta em honra ao deus pagão <em>Samhan</em> (<em>Senhor dos Mortos</em>), também o fim do verão e início do inverno.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">A expressão <em>Halloween</em> tem origem na contração errônea da expressão inglesa <em>All Hallows Eve</em>(<em>que significa Dia de Todos os Santos</em>). Esta data foi instituída pelo Papa Bonifácio IV, e era celebrada no dia 13 de maio. Porém, em 835 o Papa Gregório III alterou o Dia de Todos os Santos para o primeiro dia de novembro. Sua intenção era unir as crenças cristãs e pagãs, aproximando as datas comemorativas. Outro objetivo do Papa era apaziguar os conflitos entre esses povos no noroeste europeu. Assim, os cristãos celebravam o dia dos santos falecidos no dia posterior ao rito pagão do Senhor dos Mortos. Desta forma, a expressão Halloween tornou-se sinônimo da celebração pagã de 31 de outubro.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">O Samhaim é cercado de mitos e crenças que influenciavam a cultura dos povos europeus desde o período pré-cristão. Nesta data, os <em>Druidas</em> (sacerdotes celtas) reuniam-se e realizavam rituais dançando em torno de uma fogueira e oferecendo o sacrifício de animais. O caldeirão também era utilizado simbolizando o útero, e a abundância da <em>Deusa Mãe</em>.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Neste dia, acreditava-se que todas as relações de tempo e espaço ficavam suspensas, pois o 31 de outubro não pertencia ao ano velho, tampouco ao novo ano que se iniciava. Desta forma, os espíritos desencarnados podiam retornar ao mundo dos vivos e se apossarem dos corpos. Para evitar esta aproximação, era comum apagar todas as tochas e fogueiras das aldeias, de modo que o ambiente ficasse escuro, frio e hostil. Os habitantes vestiam-se com trajes fantasmagóricos e vagavam pelas ruelas em desfiles barulhentos, a fim de amedrontar e espantar os espíritos que procuravam corpos a serem possuídos.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Outro costume da tradição celta, constituía em oferecer alimentos aos espíritos malignos para que estes não interferissem negativamente em suas vidas. Com o passar do tempo esta prática foi modificada, e os alimentos eram dados aos mendigos. Em troca, eles oravam pelas almas dos entes mortos dos aldeões. Na Irlanda, eram organizadas procissões para angariar oferendas dos agricultores. Aqueles que se recusassem, teriam suas colheitas amaldiçoadas pelos espíritos; uma chantagem que originou o <em>Trick or Treat</em> (<em>travessuras ou doces</em>). Quando este costume foi levado pelos imigrantes irlandeses para a Nova Inglaterra (Estados Unidos), as principais travessuras baseavam-se em escrever nos muros das casas e retirar a tranca dos portões.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">A partir do século IX, os cristãos europeus adotaram uma prática semelhante denominada<em>Souling</em>. Naquela época, acreditava-se que as almas dos mortos permaneciam um período no limbo, e só alcançariam o reino divino através de muitas orações. Assim, no dia 2 de novembro os cristãos perambulavam pelas vilas oferecendo orações pelas almas dos mortos. Em troca, os familiares davam tortas de pão com groselha chamadas Soul Cakes. Além dos cristãos, os romanos também absorveram influências da religiosidade celta. Mas à medida que a idéia das possessões foi perdendo espaço, o conceito que envolvia a crença foi transformado em uma tradição folclórica.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Atualmente, o Halloween é um evento essencialmente comercial inserido em vários países. Mesmo tendo origem na Europa, sua popularização deve-se principalmente a influência da cultura norte-americana em todo mundo. Em termos mercantis, é uma das datas mais lucrativas, onde existe um crescimento considerável nas vendas de fantasias, máscaras e outros artigos relacionados.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><em>Abóboras, gatos e fogueiras</em></p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">A mais famosa referência do Halloween é a abóbora oca, com orifícios cavados e aparência demoníaca, denominada <em>Jack-o-Lantern</em>. Sua origem está presente no folclore irlandês. Segundo a lenda, um homem chamado Jack, notório beberrão e trapaceiro, esculpiu uma cruz no tronco de uma árvore, prendendo o diabo em cima dela. Assim, Jack firmou um trato com o Diabo: se ele nunca o atormentasse, Jack apagaria a cruz do tronco e o deixaria descer da árvore.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;"><img src="http://www.spectrumgothic.com.br/images/ocultismo/halloween01.gif" alt="" hspace="3" vspace="5" width="200" height="155" align="right" />Depois que Jack morreu, sua entrada no Céu foi recusada devido ao seu pacto com o Diabo. No inferno, também não foi aceito devido suas trapaças. Porém, o Diabo concedeu a Jack uma única vela para iluminar seus caminhos. Sua chama teria que ser preservada eternamente, então Jack a colocou dentro de um nabo oco, e esculpiu alguns furos para dar passagem à luz emitida pela chama.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Portanto, originalmente as <em>Lanternas de Jack</em> eram feitas com nabos. Mas quando os imigrantes irlandeses aportaram nos Estados Unidos em 1840, encontraram as abóboras que são muito mais adequadas. Desta forma, a abóbora tornou-se o principal símbolo contemporâneo do Halloween.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Os outros símbolos também tiveram origem na tradição celta, principalmente nas crenças dos sacerdotes druidas. Por exemplo, o período da lua cheia era considerado favorável para a realização de determinados rituais.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Para os druidas o gato era um animal místico. Acreditava-se que as feiticeiras maléficas poderiam transferir a alma para seus corpos. Assim, muitos felinos eram sacrificados quando havia a suspeita de serem &#8220;feiticeiras camufladas&#8221;. Os seres humanos que praticavam perversidades eram transformados em gatos como meio de punição, segundo esta crença.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">O morcego também adquiriu a reputação de possuir forças ocultas, por sua habilidade de perseguir suas presas no escuro. O mamífero também mantinha as características dos pássaros (no ocultismo, símbolo da alma) e dos demônios (por ser noturno). Na Idade Média, acreditava-se que demônios transformavam-se em morcegos.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Máscaras e fantasias eram utilizadas para afugentar entidades malfeitoras. Além de alterar a personalidade do usuário, possuíam a propriedade de conectá-lo aos mundos espirituais. As cores mais comuns no Halloween são o laranja e preto. Elas estavam associadas à missas em favor dos mortos celebradas em novembro. As velas de cera de abelha tinham cor alaranjada, e os esquifes eram cobertos com tecidos pretos.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Nas celebrações do Samhain, os druidas construíam grandes fogueiras denominadas <em>Bonfire</em> (ou<em>Bonefire</em>, <em>Fogo de Ossos</em>), e queimavam vivos prisioneiros de guerra, criminosos e animais. Eles acreditavam prever o futuro através do fogo observando a posição dos corpos em chama.</p>
<p class="geral" style="text-align:justify;">Por Spectrum</p>
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		<title>Krishna: O amor nos campos do coração espiritual</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 02:36:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hinduísmo]]></category>
		<category><![CDATA[Krishna]]></category>
		<category><![CDATA[Wagner Borges]]></category>

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		<description><![CDATA[ 












:: Wagner Borges :: 
 
(Quando as Passagens Interplanos se Abrem, Cheias de Flores e de Luz&#8230;)
Krishna, nas ondas da intuição, mergulhei em meu coração.
Surpreso, descobri que o Seu Coração Espiritual estava dentro dele e, também, no coração de todos os seres.
Tremi, quando vi Você dentro de mim!
Então, lembrei-me do bija-mantra com o qual os hindus reverenciam a pulsação do Seu [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=akhen777.wordpress.com&blog=2130813&post=384&subd=akhen777&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p> </p>
<div>
<div>
<table border="0" cellspacing="4" cellpadding="0" align="left">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/imagem/8375.jpg" alt="O amor nos campos do coração espiritual" align="left" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-family:tahoma;color:#000033;"><strong></strong></span></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong></p>
<h3 style="text-align:justify;"><span style="font-family:tahoma;color:#000033;"><strong><span style="color:#000033;font-size:x-small;">:: <a href="mailto:">Wagner Borges</a> ::</span></strong></span> </h3>
<p></strong> </p>
<p align="justify"><span style="font-family:tahoma;color:#000033;font-size:x-small;">(Quando as Passagens Interplanos se Abrem, Cheias de Flores e de Luz&#8230;)</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a class="external"><span style="color:blue;"><span style="text-decoration:underline;">Krishna</span></span></a>, nas ondas da intuição, mergulhei em meu coração.<br />
Surpreso, descobri que o Seu Coração Espiritual estava dentro dele e, também, no coração de todos os seres.<br />
Tremi, quando vi Você dentro de mim!<br />
Então, lembrei-me do <a class="external"><span style="color:blue;"><span style="text-decoration:underline;">bija-mantra</span></span></a> com o qual os hindus reverenciam a pulsação do Seu Amor no coração da própria vida: &#8220;HARE&#8221;.<br />
Quietinho, entreguei-me à prece e ofereci a Você os frutos do trabalho desse dia. Sei que o <a class="external"><span style="color:blue;"><span style="text-decoration:underline;">Darma</span></span></a> que me acompanha não é meu, é Seu.<br />
É Sua Luz que brilha nos meus olhos, quando falo das coisas do espírito.<br />
É Você que sorri, através do meu sorriso, quando faço uma piada criativa e fico igual criança arteira&#8230;<br />
É o Seu Amor que flui pelas minhas mãos e pelos meus <a class="external"><span style="color:blue;"><span style="text-decoration:underline;">chacras</span></span></a>, quando, silenciosamente, irradio energias a favor da humanidade.<br />
Ah, meu Grande Amigo, quando vejo as tragédias do mundo, é em Você que penso. <br />
E quando a tristeza tenta entrar em meu coração, lembro-me do Seu sorriso e concentro-me em um de Seus <a class="external"><span style="color:blue;"><span style="text-decoration:underline;">mantras</span></span></a>&#8230; E ela logo vai embora, desconcertada!<br />
Ah, Krishna! Que amor é esse que sinto por Você?<br />
Cara, Você roubou meu coração!<br />
E eu não sei mais se sou eu que amo, ou se é o Seu Grande Amor passando por mim&#8230; E enchendo o mundo de luz silenciosa e serena.<br />
O que sei é que sempre penso em Você, quando vejo a miséria, a perda de uma criança, e a dor do mundo. Sim, penso em Você e oro em silêncio.<br />
E, muitas vezes, quando tenho a notícia da partida de alguém querido, percebo o Seu sorriso dentro do meu coração e, então, sei que tudo está bem e que uma passagem luminosa e cheia de flores foi aberta entre a Terra e o Céu&#8230;<br />
<a class="external"><span style="color:blue;"><span style="text-decoration:underline;">Govinda</span></span></a>, não sei mais o que dizer&#8230; Só sei sentir Você.<br />
Como agora, enquanto escrevo essas linhas e percebo uma luz azul e dourada descendo sobre minha cabeça, trazendo intuições e toques sutis para um trabalho espiritual.<br />
Como agora, quando o Grande Amor transborda por todos os poros do meu corpo e eu novamente não sei quem ama o que&#8230;<br />
Só sei que o meu coração não é mais meu, é Seu!<br />
Gopala, abençoe mais essa jornada espiritual, que, também é Sua.</p>
<p style="text-align:justify;">P.S.: Outro dia, alguém me perguntou: &#8220;Você está apaixonado?&#8221;<br />
E eu respondi: &#8220;Sim, desde que eu nasci!&#8221;<br />
Uma de minhas paixões é o Krishna.<br />
E o sorriso d&#8217;Ele abre passagens luminosas e cheias de flores, por entre os planos&#8230; E, também, nos corações. <br />
Oxalá, o sorriso d&#8217;Ele viaje junto com esses escritos, para inspirar outras consciências, por aí&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">(O Amor não é oriental ou ocidental, é só o Amor. E só quem ama é que sabe que isso não se explica, só se sente). </p>
<p style="text-align:justify;">Om <a class="external"><span style="color:blue;"><span style="text-decoration:underline;">Maharaja</span></span></a>!</p>
<p style="text-align:justify;">Amor e admiração.<br />
Trabalho e lucidez.<br />
Alegria e harmonia.<br />
Paz e Luz.</p>
</div>
</div>
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		<title>Para Descontrair: Entrevista com Toninho do Diabo</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 02:27:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Neófito da Luz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Misticismo]]></category>

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		<description><![CDATA[
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://akhen777.wordpress.com/2009/02/15/para-descontrair-entrevista-com-toninho-do-diabo/"><img src="http://img.youtube.com/vi/z_XQAlNJc3g/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
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