Arquivos Diários: Dezembro 2nd, 2007

 muralg.jpg

“Meu destino não depende do Céu ou da Natureza; meu destino depende de mim, assume um taoísta. Como devo ser, pergunta-se o taoísta.”

“Secretamente, o Taoísmo é alquimia em alto grau.”

“O we wu-wei, o caminho da tranquilidade, não significa exatamente o não fazer, mas sim o fluir com a corrente da vida, evitando esforços e preocupações desnecessários.”

“A compreensão do princípio da mudança é a essência do Taoísmo. Buscar o equilíbrio primordial, o seu conceito filosófico.”


Confúcio não era um místico, e sim um reformador ético e social na antiga China. “O que não queres que façam a ti, não faças a outro”, é uma de suas regras. Seus textos formaram o sistema político e religioso, estruturado para manter o equilíbrio e a harmonia entre o Céu, a Terra e a humanidade.


Confúcio, aqui pintado no centro como um sábio igual à Buda, que está à esquerda, e Lao-Tsé (ou Lao-Tsu) o fundador tradicional do Taoísmo, à direita.

O povo chinês reconhece três tradições principais em sua história espiritual: o Confucionismo, o Taoísmo e o Budismo. Confúcio e Lao-Tsé são os fundadores respectivamente do Confucionismo e do Taoísmo. Confúcio, considerado o pensador mais influente da história chinesa, inspirou um movimento que insistia nos valores tradicionais: conduta adequada, modéstia, moderação e respeito pelos rituais.
O Taoísmo começou como uma espécie de filosofia mística, que sublinhava a importância de ser “natural” e espontâneo, de viver sendo um com o Tao, o Caminho, o princípio da realidade. Com o tempo se desenvolveu até converter-se numa religião popular, apoiada em rituais e elixires, assim como em deuses.

Enquanto Confúcio e seus seguidores se preocupavam com a moralidade e a sociedade, o Taoísmo tem uma vertente mais sobrenatural. O Tao e suas ramificações nascem do Tao Te-Ching, uma obra de Lao-Tsé.

O Tao Te-Ching foi escrito quando a vida chinesa estava sendo brutalmente compartimentada por governantes locais que lutavam por conquistar seus oponentes. O escritor taoísta respondeu com uma eloqüente defesa do indivíduo, que contempla muito além da sociedade. Com 5.000 caracteres, Lao-Tsé escreveu esse livro em retiro nas montanhas.

O Tao fala da ação espontânea (wu-wei); a relatividade de todos os juízos de valor; a inevitabilidade da mudança entre os opostos polares; os benefícios da obscuridade, da inutilidade, e especialmente do “nada fazer”.

A tradição taoísta hoje tem rituais com sacerdotes, festivais comunitários, e crenças compartilhadas por todos de que o mundo (macrocosmo) é paralelo ao corpo (microcosmo).

O Taoísmo organizado tem a ver com a dinastia Chang, que tem suas origens no fundador da ordem dos Senhores Celestiais, ChangTaoling. No século XX, o 63° Senhor Celestial escapou da China para Taiwan, sendo sucedido nos anos 70 por Chang Yuanxian.

Enquanto os taoístas consideram Lao-Tsé como seu fundador, a tradição taoísta não procede de uma fonte ou época únicas.
Hoje, centenas de milhares de pessoas conhecem a teoria yin e yang, e sabem que ela representa as energias masculina e feminina; talvez se utilizem do I Ching, o livro das mutações, um importante oráculo chinês; mas talvez não saibam que, no fundo, a chave de tudo isso está no Taoísmo.
Além do Tao Te-Ching, outro importante livro é o Chuang Tzu, uma coletânea de dizeres, histórias e alegorais que apontam para diferentes aspectos da vida.

No fundo, todas as tradições chinesas se aproveitaram dos ensinamentos do Tao: os confucianos, os budistas e os próprios taoístas – até Mao Tse-tung escreveu o Tao da política, na sua época.

http://www.espiritnet.com.br/tao1.htm

olho.jpg

 

Quando sentes a raiva sucumbir teu ser, afaga teu calor interno com as águas frescas que jorram do teu estado amoroso; diluindo pouco a pouco, aquilo que parece ter poder para te tirar do teu centro, da memória de quem és.

Silencia tua mente, não alimentando tal miséria.
Perdoa não só aquele que te feriu mas, também, a ti mesmo por estar te ferindo agora.
O que deve prevalecer em ti é o amor;

E mesmo sob a presença da raiva, não demore para te dar a cura, deixando teu ser longe das ilusões que te machucam e te fazem acreditar que és vulnerável à dor.
Protege-te docemente do mal, com tua luz.
Tua luz está na simplicidade, na verdade, que a nada castiga, que a nada apavora,
e sim, compreende, dando tempo ao tempo, para que tudo que deve seguir contigo, sempre esteja em estado de amor e compreensão.
Cuida bem de ti, assim estarás cuidando bem de mim e de cada irmão, que sem poder ver a verdade, ainda comete enganos, adoecendo na ignorância e na falta de amor.

www.paz.com.br

akhenaton_4_g.jpg

Pessoal, um livro excepcional, principalmente para quem gosta dos mistérios do Egito, segue abaixo a sinopse:

Jesus deveria ter nascido em solo egípcio e pregado suas verdades imorredouras às margens do sagrado rio Nilo em meio à mais desenvolvida e espiritualizada das civilizações da Idade Antiga. Esta não é uma ficção, mas sim a programação que a Alta Espiritualidade planejou para concretizar-se no palco terreno e que promoveria o grande avanço da humanidade encarnada nos séculos futuros, caso a ação perversa de espíritos enegrecidos pela ignorância e pelo ódio não tivessem colaborado para a derrocada do “Grande Projeto Monoteísta no Antigo Egito”.
Akhenaton – A Revolução Espiritual do Antigo Egito é o livro que conduzirá o leitor nesta fantástica viagem ao passado, desvendando a verdade que se oculta atrás de fatos que a História pouco registrou ou que são matéria de especulação entre os arqueólogos modernos. Impressionante por sua mensagem filosófica-espiritual, esta obra mediúnica ditada por Hermes, o Trimegisto, e Radamés retrata com fidelidade a trajetória do mais brilhante e enigmático faraó, Akhenaton, o enviado do Cristo, que muito além de seu tempo revolucionou o Egito, dando início à transformação religiosa na crença a um só deus, que abalou os alicerces da sociedade egípcia no século XIV antes de Cristo.
Da extinta Atlântida, há doze mil anos atrás, a Moisés, novo profeta do Deus Único, aqui está registrada uma instigante história que o leitor nunca ouviu.